Não quis falar, por ser polémico, por encerrar mais dúvidas que certezas e, no fundo, não se enquadrar neste blog. Mas, agora, surgiu algo que não poderá passar em branco já que não só ressalta uma temática muito interessante, como passa por um dos temas mais debatidos aqui: cinema! Não sei o quanto a notícia é conhecida, para quem não está a perceber nada pasme-se: com realização de Ben Affleck, Gone Baby Gone é um filme que retrata o desaparecimento de uma menina! "So what?" De uma menina de quatro anos chamada Madeleine. "Já estão a fazer um filme sobre o caso?" Filmado antes do desaparecimento!!! A ficção novamente ultrapassa os seus limites e confunde-se com a realidade de uma forma arrepiante. A rapariga é muito parecida com Madeleine McCann e a mãe igualzinha a Kate! Diria-se com certeza que o filme era baseado no trágico acontecimento real, não fosse mesmo, como já disse, as filmagens acontecerem antes. De onse surge a história? De um livro do mesmo autor de Mystic River. As consequências que acarreta (para o bem e para o mal) já começam a surgir: para já ficou adiada a estreia no Reino Unido. "It's just a movie" diriam uns, mas, afinal, parece que o cinema ultrapassa bem mais que a ficção! sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Quando a ficção se mistura com a realidade!
Não quis falar, por ser polémico, por encerrar mais dúvidas que certezas e, no fundo, não se enquadrar neste blog. Mas, agora, surgiu algo que não poderá passar em branco já que não só ressalta uma temática muito interessante, como passa por um dos temas mais debatidos aqui: cinema! Não sei o quanto a notícia é conhecida, para quem não está a perceber nada pasme-se: com realização de Ben Affleck, Gone Baby Gone é um filme que retrata o desaparecimento de uma menina! "So what?" De uma menina de quatro anos chamada Madeleine. "Já estão a fazer um filme sobre o caso?" Filmado antes do desaparecimento!!! A ficção novamente ultrapassa os seus limites e confunde-se com a realidade de uma forma arrepiante. A rapariga é muito parecida com Madeleine McCann e a mãe igualzinha a Kate! Diria-se com certeza que o filme era baseado no trágico acontecimento real, não fosse mesmo, como já disse, as filmagens acontecerem antes. De onse surge a história? De um livro do mesmo autor de Mystic River. As consequências que acarreta (para o bem e para o mal) já começam a surgir: para já ficou adiada a estreia no Reino Unido. "It's just a movie" diriam uns, mas, afinal, parece que o cinema ultrapassa bem mais que a ficção! 0 comentários Sintonizado em... Cinema
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quinta-feira, 13 de setembro de 2007
Cinema: a estrear!
Esta semana chega-nos a aclamada estreia na realização de Julie Delpy com 2 dias em Paris, e no elenco: Julie Delpy! No campo da animação, as propostas são distintas: por um lado Duelo Imortal: a animação, com uma história de acção e pouco usual neste tipo de filmes, e por outro O Gang do Pi que me parece uma cópia descarada de O gang dos tubarões ou mesmo de O Nemo! Para além da vertente de animação, Duelo Imortal surge-nos também como A origem. Este é o cognome de outra estreia cinéfila esta semana, um filme de aventura com realização de Brett Leonard! Da Itália chega-nos o drama Em nossa Casa, com realização de Francesca Comencini, que nos fala de dinheiro: perdido, roubado, ganho, exibido, escondido ou sonhado! Já de 1985, mas agora com reposição nacional, esta semana nos cinemas está o trabalho de Gus Van Sant Mala Noche, uma adaptação do diário íntimo de Walt Curtis. E porque esta é uma semana de dramas, então juntemos a esta panóplia o título O sabor da melancia, no mínimo curioso! Este filme de 2005 resulta de uma parceria entre a França e Taiwan, e tem na realização Ming-liang Tsai. Por último, e não fugindo ao género da semana, chega-nos Um Coração Poderoso. E o destaque vai para aqui, porquê? Angelina Jolie! E não só… um filme aclamado pela crítica, com realização de Michael Winterbottom, e com uma interpretação da bela actriz, ao que se diz, comovedora!Título Original: A Mighty Heart
Género: Drama
Duração: 100 minutos
Ano de Lançamento (EUA / Inglaterra): 2007
Estúdio: Paramount Vantage / Plan B Entertainment / Revolution Films
Distribuição: Paramount Pictures / UIP
Realização: Michael Winterbottom
Argumento: John Orloff, baseado no livro de Mariane Pearl
Produção: Andrew Eaton, Dede Gardner e Brad Pitt
Música: Harry Escott e Molly Nyman
Fotografia: Marcel Zyskind
Desenho de Produção: Mark Digby
Direcção de Arte: Christopher Stull
Figurino: Charlotte Walter
Montagem: Peter Christelis
Elenco: Angelina Jolie (Mariane Pearl); Dan Futterman (Daniel Pearl); Archie Panjabi (Asra Q. Nomani); Mohammed Afzal (Shabir); Daud Khan (Masud); Telal Saeed (Kaleem Yusuf); Saira Khan (Nasrin); Aliya Khan (Kashwa); Azfar Ali (Azfar); Ahmed A. Jamal (Khawaja); Denis O'Hare (John Bussey); Perrine Moran (Ruth Pearl), Jeffry Kaplow (Judea Pearl); Ishaque Ahmed (Arif); Aly Khan (Omar); Irfan Khan (Capitão); Will Patton (Bennett); Jillian Armenante (Maureen Platt); Demetri Goritsas (John Skelton); Zachary Coffin (Matt MacDowell); Tipu Taheer (Director dos Direitos Humanos); Mushtaq Khan (Motorista de táxi de Daniel)
Sinopse: Mariane Pearl, grávida de seis meses, enfrenta uma corrida contra o tempo para salvar o seu marido Daniel Pearl, repórter do jornal Wall Street, raptado por terroristas da Al-Qaeda no Paquistão
Fontes: http://www.cinema2000.pt/; http://www.adorocinema.com/
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quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Grace Kelly, uma estrela...
Acredito que muitas pessoas (principalmente das camadas mais jovens) tenham ficado a conhecer Grace Kelly pela música de Mika ao qual esta estrela dá nome. Mas a verdade é que Grace Kelly foi muito mais que musa inspiradora deste músico...
Proveniente de uma família abastada e que tinha grande primor pela condição física, Grace Patrícia Kelly nasceu com um dom. Muito mais que o dom da representação, o dom de fazer prostrar a seus pés quem pela sua vida passasse. Antes de se tornar princesa do Mónaco, Grace foi princesa do ecrã gigante e o seu maior admirador era o realizador Afred Hitchcok. Talentosa e glamorosa, a actriz estreou-se na Broaway em 1949, depois de ter realizado alguns trabalhos como modelo. Fourteen Hours foi o seu 1º filme, em 1951, e serviu de trampolim para uma carreira promissora. Depois da participação em "Magambo", o papel de protagonista no clássico "Marque M para matar" fez de Grace Kelly uma estrela de cinema. Desde então nunca mais parou e ao todo foram onze os filmes que contaram com o seu brilho.
Desengane-se quem pensa que apesar de grande estrela, Grace realizou apenas estes filmes porque foi caindo no esquecimento. A verdade é que esta mulher tinha ainda muito para dar ao cinema se num Festival de Cannes não tivesse conhecido o príncipe monegasco Rainier III.
Irei também relembrar a sua vida enquanto princesa ao longo desta semana.
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Cinema, as últimas!
Por todo o aparato que apenas a revelação do nome está a gerar, espera-se já um estrondo na bilheteira. Mas ainda é muito cedo para falar disso, o que interessa é que Shia LaBeouf que vai participar no quarto capítulo da saga de Steven Spielberg, Indiana Jones, revelou o nome na cerimónia dos VMA 2007: Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull. À letra, Indiana Jones e o Reino do Crânio de Cristal! Mais importante que o nome do filme, são os nomes que se associam: Steven Spielberg (realização) e Shia LaBeouf e Harrison Ford (elenco)! O poster ainda não foi revelado, mas There Will Be Blood, o novo trabalho de Paul Thomas Anderson, o mesmo tempo não espera. O cartaz promocional já está aí (e aqui ao lado direito) e apesar de simples tem indubitavelmente uma força intrínseca! Tal como o novo capítulo de Indiana Jones, There Will Be Blood está a gerar um grande burburinho na internet. Muito devido também a Daniel Day-Lewis, um homem danado para a representação! E que maior promoção se pode fazer do que um trailer? Ora, é isso que John Rambo (o "Rambo 4") e Iron Man já lançaram. Do primeiro o vídeo está em baixo (e mostra Sylvester Stallone em forma) o sengundo neste link.0 comentários Sintonizado em... Cinema
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segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Grace Kelly...
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domingo, 9 de setembro de 2007
Em Veneza, Ang Lee arrecada mais uma vitória...
64º Festival de cinema de Veneza! Lust, caution de Ang Lee. São as frases que se irão associar sempre, depois da arrecadação do Leão de Ouro pelo novo trabalho do realizador de Brokeback Mountain. Não deixa de ser uma surpresa, já que havia outros filmes que prometiam mais conseguir o prémio máximo da competição. Lust, caution retrata uma história de espionagem, amor e sexo (explícito diga-se já) entre dois inimigos, no Xangai durante a II Guerra Mundial. Ora, quanto a mim, que ainda não vi nenhum filme da competição, é difícil tecer quaisquer tipo de comentários, sendo que só posso trabalhar no campo das expectativas e das suposições. E aí, então sinto uma profunda desilusão... porque depois de todas as ovações e elogios a In the Valley of Elah de Paul Haggis (realizador de Crash), esperava que o filme conseguisse o Leão de Ouro, ou, no mínimo, algum prémio do festival. Nada, absolutamente nada! Como consolo, a esperança de que ainda assim o filme seja bom, já que se fala que esta é já uma das grandes injustiças do festival de Veneza. Eu não desgosto de Ang Lee, mas a verdade é que o seu último filme Brokeback Mountain foi uma semi-desilusão. E como eu gostaria de ter gostado, porque perante tantos prémios, percebo que qualquer pessoa que não goste seja chamada de homofóbica. Não o sou, mas não posso mentir: Brokeback Mountain a meu ver não é uma obra-prima, como diriam os americanos "it's just a good movie, nothing more and nothing less". Ora, mas como por um lado todos os realizadores dão um tiro no próprio pé de vez em quando (e isto aplica-se aos dois nomes), então, agora, aguardo com expectativa os dois filmes. Quanto aos restantes premiados, Brad Pitt congratulou-se com Melhor Interpretação Masculina com The Assassination of Jesse James by the Coward Robert Ford, enquanto Cate Blanchett ficou com a Melhor Interpretação Feminina com I'm Not There. Este filme recebeu também o Prémio Especial do júri ex-aequo com La Graine et Le Moulet! Brian De Palma recebeu o Leão de Ouro de Melhor Realização por Redacted que, à semelhança do filme de Haggis, retrata a guerra iraquiana provocada pelos EUA. E o festival é mais um indicativo do que poderá vir aí para a grande cerimónia dos Óscares...0 comentários Sintonizado em... Cinema
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quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Cinema: a estrear!
Sete anos depois de Homem na lua, Milos Forman regressa com Os fantasmas de Goya. O filme já é de 2006 mas só agora chega aos cinemas portugueses (o típico!). No elenco, Javier Bardem e Natalie Portman dão alma a um monge e a uma modelo na época conturbada da Inquisição, no final do séc. XVIII em Espanha. Depois desta interessnte proposta, temos Next- sem alternativa, mais um thriller com Nicolas Cage no elenco. E Jessica Biel, meus amigos! Infelizmente, a julgar pelas críticas norte-americanas, é mais um thriller oco e previsível! Outra proposta de acção para este fim-de-semna dá pelo nome O Contrato e tem no elenco o profissional Morgan Freeman. De uma pareceria entre o Reino Unido e a Espanha chega-nos A caixa Kovac, uma muito curiosa história de um autor de best-sellers que, estranhamente, se vê confrontado com um mundo igual à das suas ficções, onde só o final é desconhecido! Ainda dentro dos filmes de acção e thriller’s, chega-nos Cativeiro com Elisha Cuthbert a representar uma modelo que depois de drogada se vê confrontada com uma mente maquiavélica! Para os apreciadores de drama, Factory Girl - Quando Edie Conheceu Warhol é a proposta, e conta com grandes nomes no elenco: Sienna Miller, Guy Pearce, Hayden Christensen, Jimmy Fallon, Mena Suvari e Mary Elizabeth Winstead. E que seria de um fim-de-semana sem uma comédia? Ora, Dois estranhos, um casamento promete animar algumas salas de cinema! A história é muuuito bizarra (como convém), e, desta comédia, pouco se sabe! Talvez uma boa surpresa…Por último, e a destacar, Hairspray! É uma das presenças asseguradas na próxima edição dos óscares, tendo sido muito aclamado pela crítica. O musical tem John Travolta no elenco, num dos papeis mais falados por terras de Hollywood! Energético e divertido, à primeira vista, parecem palavras que encaixam bem nesta interessante proposta. A ver, com certeza…Título Original: Hairspray
Género: Musical
Duração: 117 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2007
Site Oficial: http://www.hairspraymovie.com/
Estúdio: New Line Cinema / Gabriel Simon Production Services / Zidan/Meron / Ingenious Film Partners / Storyline Entertainment
Distribuição: New Line Cinema / PlayArte
Realização: Adam Shankman
Argumento: Leslie Dixon, baseado em roteiro de John Waters e em peça teatral de Mark O'Donnell
Produção: Neil Meron e Craig Zadan
Música: Marc Shaiman
Fotografia: Bojan Bazelli
Desenho de Produção: David Gropman
Direcção de Arte: Dennis Davenport
Guarda-roupa: Rita Ryack
Montagem: Michael Tronick
Efeitos Especiais: Alterian / Intelligent Creatures
Elenco (principal): John Travolta (Edna Turnblad);Michelle Pfeiffer (Velma Von Tussle)Christopher Walken (Wilbur Turnblad); Amanda Bynes (Penny Pingleton); James Marsden (Corny Collins); Queen Latifah (Motormouth Maybelle); Brittany Snow (Amber Von Tussle); Zac Efron (Link Larkin)
Orçamento: US$ 75 milhões
Sinopse: Tracy Turnblad, uma rapariga grande com cabelo grande e um coração ainda maior, tem apenas uma paixão - dançar. O seu sonho é aparecer no “The Corny Collins Show” o programa de dança mais em voga da televisão de Baltimore. Mas é constantemente lembrada pela sua extremamente protectora e enorme mãe, Edna de que a sua enorme figura está fora das normas…pelo que nunca será popular. No entanto, nada fará parar Tracy, porque se existe algo que esta rapariga sabe, é que nasceu para dançar. Como o seu pai Wilbur lhe diz, “Vai em Frente! Tens de pensar em grande para seres grande!”
Fontes: http://www.cinema2000.pt/; http://www.adorocinema.com/
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segunda-feira, 3 de setembro de 2007
A ferver: a nova temporada nos cinemas!
Bem, estou feliz! E ansioso. Depois de quase todas as estreias cinéfilas serem uma desilusão, parece que a compensação vem agora. Um pouco como o tempo, durante o Verão esperava-se calor e tivemos que azedar com a chuva, e agora que esperávamos o frio a dar o ar de sua graça, vem-nos o calor! Tudo isto para dizer que os esperados filmes da próxima época (que são muitos!) até agora têm vindo a receber óptimas críticas ou em solo americano ou no festival de Veneza! Cassandra’s Dream já foi considerado o melhor filme de Woody Allen em anos, e In the valley of Elah, do realizador de Colisão, o melhor filme de guerra já feito. Isto a juntar aos aplausos a Lust, caution de Ang Lee, a Atonement com Keira Knightley no elenco e a No country for old men dos irmãos Coen! Nesta nova temporada há sem dúvida trabalhos que não se podem perder, e, qualquer cinéfilo que se preze, aos filmes que aqui já referi terá de juntar os seguintes títulos:
Bee Movie (bastará dizer o nome Jerry Seinfeld?)
· The Golden Compass (com Nicole Kidman e Daniel Craig no elenco, esta fantasia para adultos promete entrar nas listas do top. Afinal, até é do mesmo estúdio que nos trouxe O senhor dos Anéis)
· American Gangster (Ridley Scott na realização e Denzel Washington como protagonista. E há gangsters, tráfico, armas e muita violência!)
· There will be blood (Realização de Paul Thomas Anderson e basta!)
· Eastern Promises (o novo trabalho de David Cronenberg, depois do aclamado Uma história de violência)
· The Savages (Para além dos nomes do elenco, Philip Seymour Hoffman e Laura Linney, tem 100% no Rotten Tomatoes!)
· A Mighty Heart (qualquer filme com Angelina Jolie no elenco merece ser visto, quanto mais quando já se fala no segundo Óscar para a bela actriz)
· Sweeney Todd (bem, deste não há muito a dizer. É, quanto a mim, o filme mais esperado do ano. E porquê? A dupla Tim Burton e Johnny Depp está de volta…)
· 3:10 to Yuma (já ouvi dizer que é o melhor filme do ano, até agora, obviamente, e é bem capaz disso. O regresso dos Western na mão de James Mangold)
· Youth without Youth (o que dizer quando Francis Ford Coppola volta a estar atrás das câmaras após dez anos? Filme obrigatório!)
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quinta-feira, 30 de agosto de 2007
Cinema: a estrear!
Cinco estreias cinéfilas esta quinta-feira, a conseguirem preencher os mais diversos gostos: há comédia, drama, animação, terror e fantástico! Quanto ao primeiro género, a proposta é original: Declaro-vos marido…e marido, com Adam Sandler, Kevin James e Jessica Biel no elenco. O esquema parece simples: Chuck (Sandler) e Larry (James) são heterossexuais, mas para defenderem o direito dos filhos de Larry fingem que são um casal gay, até que entra a bela Alex (Biel). Se não for mais uma proposta preconceituosa e estereotipada, até poderá estar aqui uma comédia interessante. Para os amantes de terror, O Motel é uma tentação. Bem acolhido pela crítica americana, e com realização de Nimród Antal, a sinopse assemelha-se ao famoso Saw! A prova dos 9, esta semana no cinema. Para as crianças há Quico – o pequeno herói (mais uma proposta num género que se está a tornar repetitivo – salvo raras excepções). No cinema fantástico, Mimzy, a chave do futuro, apela também às crianças, com uma história imaginativa sobre uma caixa misteriosa de aparentes brinquedos. Por último, o drama Golden Door – a porta da fortuna, com Charlotte Gainsbourg no elenco, e a retratar a imigração para a “terra de todas as oportunidades”! Apesar deste drama aparentemente ser bastante poderoso (a confiar na crítica americana e nos nomes que se lhe associam), o destaque vai para O Motel, já que é um achado uma proposta interessante neste género de filmes.0 comentários Sintonizado em... Cinema
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segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Terra sonâmbola no cinema
Esta é certamente uma boa notícia para os cinéfilos apreciadores da escrita singular de Mia Couto. O livro "terra sonâmbula", um dos mais conhecidos do escritor, conta-nos os efeitos da guerra civil em Moçambique através de um menino de 12 anos, Muidinga, que depois de encontrar um diário de uma mulher que vive num velho navio ancorado e procura o filho, se convence de que é ele a criança perdida e decide procurar a dona do diário. Na viagem é acompanhado por Tuahir, um velho "duro e cheio de histórias", que gosta da criança como um pai gosta de um filho, mas nem sempre consegue exprimir da melhor forma esse afecto. Esta história que já foi nomeada como sendo uma das 12 melhores obras africanas do século XX irá ser contada novamente nas telas de cinema. Teresa Prata, a realizadora do filme, foi convidada a participar fora de competição com a sua primeira longa-metragem na secção "Focus on World Cinema" da 31.ª edição do festival que teve início em 23 de Agosto e se prolongará até 03 de Setembro. A estreia de "terra sonâmbula" no festival tinha data marcada para hoje.Quanto ao filme – cujo elenco é maioritariamente amador – o autor da obra literária garante ser "um filme sério e limpo". Já eu não posso tecer alguma opinião acerca do filme, uma vez que não o vi, mas se tiver a qualidade do livro, tenho a certeza de que será uma grande obra do cinema.
Esperamos para ver...
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quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Cinema: Para abrir o apetite...
O trailer do novo trabalho de Woody Allen, Cassandra's Dream com Ewan McGregor e Colin Farrell no elenco! Promete...
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Cinema: Os Simpsons - o filme e Ratatui
Ora pois: Ratatui e Os Simpsons – o filme ou melhor (impondo-se a ordem cronológica de estreia em Portugal), Os Simpsons – o filme e Ratatui! Para já é uma guerra anunciada nos prémios que se avizinham e em especial nos invejados Óscares em que tudo pode acontecer: é certo que como apoio crítico Ratatui consagra-se facilmente vencedor, tal é a unanimidade em relação ao filme da Pixar, mas, a verdade, é que Os Simpsons também foram bem aceites e têm o factor Nome já que a série que lhe deu origem tem 18 anos e para além da fama incomparável, é reconhecidamente uma série de qualidade (a Time elegeu-a como a melhor série televisiva do século)! Apostas à parte, porque ainda é precoce, o que interessa é que temos dois grandes filmes de animação a rebentarem com os preconceitos em relação ao género. Criatividade poder-se-á aplicar aos dois, mas de forma distinta. Os Simpsons – o filme encerra em si o conceito de criatividade, isto se olharmos para o filme como um projecto em uníssono com a série. Agora, por paradoxal que possa parecer, é também este o ponto fraco do filme, enquanto objecto singular, pois no que respeita à inovação na mudança do formato de pequeno para grande ecrã, tudo falha! O filme acaba por ser (com todos os prós e contras que isto acarreta) um episódio prolongado da série! É divertido? Sem dúvida, e acaba no momento certo. Mas pergunte-se se se esperava mais e a resposta (infelizmente) é a mesma! Ou pelo menos eu esperava, e discordo piamente da argumentação de que o filme inadvertidamente tinha de ser assim. Não, não tinha, até porque no mínimo se exigia o nível dos melhores episódios, já que era o colmatar daquela que é “ a série”! O enredo resume-o Matt Groening (criador): “..é sobre um homem muito estúpido que provoca um grande problema, tem de encontrar uma solução e recuperar a família”. Depois da família amarela, chega-nos o rato cozinheiro. E a premissa é logo genial. Só que, e infelizmente, a criatividade encerra-se na premissa. A genialidade ainda abrange o campo técnico mas o humor ficou à porta. Tem as suas passagens, mas merecia mais. E que fique bem claro: eu adoraria idolatrar Ratatui como a maioria, invoca-se mesmo que este é o melhor filme de animação de sempre, e como eu gostava de o ter visto assim! Mas, apesar de bom, e de ter algumas cenas e personagens geniais (respectivamente um flashback e um crítico, curiosamente, o flashback é do crítico) o resultado final não é tão animador quando está a ser aclamado! Falta-lhe humor e magia, esbanja qualidade técnica e genialidade argumentativa. Em Ratatui (que é “uma simples receita camponesa”) acompanhamos a história de Remy, um rato que sonha ser cozinheiro (mais uma vez a premissa é genial pela junção de conceitos aparentemente contraditórios). O destino levá-lo-á a Paris, onde encontrará o restaurante do famoso chefe Auguste Gusteau, entretanto falecido, mas a aparecer ao pequeno rato (quiçá uma analogia ao seu consciente)! Ao observar o desastrado principiante Linguini, e após algumas peripécias, estabelece uma pareceria que se revela vantajosa para
os dois. E como uma verdadeira fábula, o mau da fita é Skinner, a evitar a unhas e dentes que Linguini herde o restaurante. E talvez aqui esteja a causa da magia da fábula não se invocar: quando os maus não são verdadeiramente maus, o filme não é bom! Ou pelo menos não tão bom como seria expectável. E em jeito de conclusão, tanto a família amarela como o rato cozinheiro representam dois grandes filmes desta temporada, mas nos dois reclama-se a urgência de uma obra-prima! A classificação atribui-se igualmente!0 comentários Sintonizado em... Cinema
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Cinema: a estrear!
As estreias desta semana ressaltam a velha frase dos velhos: “Já não se fazem coisas como antigamente”. Poderá ser hiperbólico o advérbio aqui utilizado, mas a (triste) verdade é que no meio de quatro estreias cinéfilas, apenas uma faz jus à curiosidade de uma ida ao cinema! A confiarmos, claro está, na crítica americana Mysterious Skin (de 2004) e do realizador Greg Araki (que até já tem um novo trabalho no presente ano) é um óptimo filme, e já a comédia romântica Licença para casar com Robin Williams e a (bela) Mandy Moore no elenco é um desastre! Por outro lado A face oculta de Mr. Brooks desperta curiosidade (apesar da recepção morna por parte da crítica) já que no elenco conta com Kevin Costner e Demi Moore. Um thriller para dividir as águas…E por fim Turistas, a apelar ao público jovem (e não só), e a mostrar o terror em praias brasileiras! Para quem puder e quiser, o melhor mesmo é vê-los todos e opinar por si. Quanto a mim o destaque vai mesmo para Mysterious Skin! 0 comentários Sintonizado em... Cinema
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domingo, 19 de agosto de 2007
Corrupção! O primeiro de muitos posts...
Deixemo-nos de hipocrisia e admitamos já: todos iremos querer olhar, até porque somos um animal curioso por natureza! João Botelho (realizador) assim espera, dizendo mesmo que vai dar mais que falar do que “O Crime do Padre Amaro” e eu meto as mãos no fogo de como “Corrupção” é uma aposta ganha. Já não há jornal, nem revista nem folhetos que se prezem que não falem deste polémico filme inspirado (e não baseado) no já não menos polémico livro Eu, Carolina! A juntar a tudo isto ainda temos nos papéis principais Margarida Vila-Nova (muito reconhecida pela novela da TVI Tempo de Viver) e Nicolau Breyner (já um veterano nestas andanças). Afinal, se as cenas escaldantes de “O Crime do Padre Amaro” lhe valeram 400 mil espectadores, este no mínimo terá o mesmo valor (as cenas escaldantes também já estão prometidas), mas soma-se uma polémica sem paralelo. Apoios, é certo, não os tem…mas não me parece que precisem. A bilheteira vai funcionar! Agora, sejamos sinceros: até posso meter as mãos no fogo de que a bilheteira será estrondosa (preparem-se para os adjectivos e a invocação de recorde no dia a seguir à estreia), mas no que se refere à qualidade…bem aí já tenho medo de me queimar!Carolina Salgado's Book - The Movie - Free videos are just a click away
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quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Paranóia
No mínimo foi a prova de que a revelação cinematográfica do ano é Shia Labeouf, a deixar promessas por onde passa e a acalmar e a dar seguranças aos fãs de Indiana Jones (saga em que participará sobre o comando de Steven Spielberg). E, a verdade, é que a sermos justos, este Disturbia é também uma (agradável) surpresa no que respeita aos filmes teen. A densidade psicológica do trio principal é mais profunda que o habitual, e o casal romântico não risca o risível como seria de esperar. Por outro lado, tendo em conta os aplausos da crítica americana e a bilheteira surpreendente (ainda que este não seja de todo um dado indicativo de qualidade) esperava-se um pouco mais. Os sustos são poucos, o suspense igualmente e o desenvolvimento final foi rápido, muito rápido. Esta história de um adolescente que desconfia do seu estranho vizinho, acaba por ser simpática mas não faz nem um único pedaço de sombra à sua inspiração: Hitchcock!Classificação:

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domingo, 29 de julho de 2007
Zodiac
Uma simples nota (tardia) a este brilhante filme que estreou por cá em Maio. Uma reconstrução perfeita dos anos 70, um desenvolvimento da narrativa inesperadamente eficaz, um luxo de elenco, uma realização arrebatadora, um realismo chocante, o perfeccionismo de David Fincher no seu auge. A este Zodiac, aponta-se-lhe o dedo apenas a alguns clichés, nomeadamente na primeira parte no edifício jornalístico, e na segunda parte a uma simplificação do protagonista que imaculadamente se dotou de uma “psicologia” paranormal. No entanto nada disto chega para lhe retirar o adjectivo inicial: brilhante! Tem cenas de VERDADEIROS arrepios na espinha, a fazer lembrar Hithcock e a deixarem o espectador de joelhos. Não só um dos filmes do ano (com certeza) mas o melhor de David Fincher! 0 comentários Sintonizado em... Cinema
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sexta-feira, 20 de julho de 2007
Dot.com
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terça-feira, 17 de julho de 2007
Transformers
Era para acabar com esta frase, mas o melhor mesmo é não estar com rodeios e dizê-lo já: se Transformers é o melhor filme de acção do ano (como é tão invocado) então rezem muito, porque o fim do mundo está a bater à porta! E não é implicância com Michael Bay. Até se pode fechar os olhos aos clichés (EUA a salvar o mundo, o fim do mundo na mão do rapaz fracassado que impressiona a rapariga boazona, o negro cómico, o presidente idiota, enfim), à história, e desculpem os fãs, risível (robôs a lutarem por um cubo não me parece adequado para o melhor filme de acção do ano), até mesmo às câmaras rápidas e às imagens inconsequentes podemos fechar os olhos…mas então que nos dessem um filme de acção com adrenalina que nos fizesse suar e gritar, enervar, soltar a “criança que está dentro de nós”. Mas neste filme (?!) na melhor das hipóteses solta-se o adolescente imaturo e imbecil. É certo que tem os seus momentos bons, raríssimos contudo, e meto as mãos no fogo que nesses momentos há também a mão de Spielberg, efeitos especiais do melhor deste ano (consegue mesmo ultrapassar os já espantosos feitos conseguidos nos últimos episódios do pirata tresloucado e do homem aracnídeo), é louvável também a interpretação do protagonista (Shia Labeouf) e a beleza da sua amada (Megan Fox), mas tudo o resto é tão inócuo: não tem uma pinga de “terror”, de emoção, da mais pálida ideia do que seja um argumento de cinema (nem vale a pena entrar por aqui, porque há momentos de pura idiotice). O final esperava-se grandioso, mas com contenção, afinal tudo o que é demais…! Este trashformoneys, como já o vi chamarem, é mesmo isso: lixo transformado numa máquina de fazer dinheiro! Eu que até nem sou um dos detractores maiores de Michael Bay, que até aceito os moralismos e clichés do realizador, achei este amontoado de imagens em movimento um triunfo como desenvolvimento informático, mas uma nulidade enquanto filme. A verdade é que ninguém quer saber, e este foi um passo certo na carreira de Michael Bay (olhe-se para a bilheteira!).2 comentários Sintonizado em... Cinema
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quinta-feira, 12 de julho de 2007
Mais do mesmo!
Estreia hoje mais um episódio da interminável saga criada por J.K.Rowling. Com o sobrenome a Ordem de Fénix, Harry Potter promete (ou prometia, tendo em conta as últimas actualizações) ser um estrondoso sucesso, na ordem das anteriores incursões. Mas, para mim, o benefício da dúvida já há muito que se perdeu... a verdade é que para quem não é um acérrimo fã do bruxinho, a saga é sinónimo de incontroláveis bocejos! Não gosto de fazer prognósticos, mas neste caso é quase tão claro como a àgua: mais do mesmo! Afinal, até o tão badalado beijo parece ter sido sujeito a indicações a priori por todas as avós do mundo...3 comentários Sintonizado em... Cinema
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domingo, 24 de junho de 2007
O ogre está de volta...
Foi com esperança que fui ver a terceira aventura, outrora criativa, do politicamente incorrecto ogre verde. E digo outrora criativa pois Shrek foi uma engenhosa e original saga de animação que conquistou crianças e adultos, arrecadando recordes de bilheteira e elogios da crítica cinéfila: divertido, inteligente, sagaz, prodigioso tecnicamente e acima de tudo hilariante. Por mim Shrek (imagem de marca da Dreamworks) era mesmo (e é) o melhor filme de animação de todos os tempos, pelo menos da recente animação invadida pelas avançadas técnicas informáticas. E com o sucesso do primeiro filme era inevitável a segunda aventura: Shrek 2. A continuação voltou a ser um sucesso absolutamente meritório, escapando-lhe apenas (e obviamente) a frescura e surpresa do episódio original. Agora chega-nos Shrek 3! A bilheteira até é boa mas não tão boa como era expectável, os elogios cinéfilos não apareceram e o termo decepção foi continuamente invocado para o caracterizar. Mas a verdade é que esta imagem denegrida também já tinha sido imposta a Homem-Aranha 3 e eu, como já referi na minha crítica anterior, não comunguei da corrente opinião. Então, “foi com esperança que fui ver a terceira aventura, outrora criativa, do politicamente incorreto ogre verde”. Se o outrora criativa poderá fazer adivinhar que de facto este Shrek 3 é uma estonteante desilusão, afirmo desde já que não o é. Perdeu bastante, é certo, mas não lhe podemos exigir o efeito novidade, esse é irrepetível com certeza. Tudo começa quando Shrek se vê confrontado com a possibilidade de ser tornar rei, após a morte do seu sogro, o Rei Harold. O cargo não lhe agradava e foi ao encontro de um tal de Arthur para o substituir na indesejável tarefa. A par disto, a sua “Shreka” (agora grávida) estava refugiada com as suas amigas (Rapunzel, Cinderela e afins) nos “subterrâneos” do Castelo, a fugir do ataque de um sindicato de malfeitores injustiçados e liderados pelo conhecido príncipe efeminado do segundo episódio. É esta a simpática história de 90 minutos de bom (apenas bom) entretenimento, o que, tendo em conta as anteriores incursões, sabe a pouco. A verdade é que o efeito da vulgarização de personagens infantis até é engraçado com uma ou duas, cansa quando todo o filme se resume a esta outrora criativa ideia. Não é mau, não foi uma desilusão (esperava pior cenário), mas as gargalhadas já são menos espontâneas e o encanto desvaneceu-se.2 comentários Sintonizado em... Cinema
Publicado por Frequência Jovem






