Antes de mais, e porque é essencial dizê-lo, assumo-me já como um indivíduo com conhecimentos científicos na ordem do normal para um jovem do século XXI! E digo-o já porque de facto se há qualidade em “A fórmula de Deus” de José Rodrigues dos Santos é a sua simplicidade e, por paradoxal que pareça, riqueza em conhecimentos científicos que esbanja. A imensa informação que aborda é impressionantemente fácil de entender, e evoca questões muito curiosas que tratando-se do eterno Ser, parecem passar ao lado de muita gente (eu acuso-me!). Fala-se da teoria da relatividade, da força forte e da força fraca, da gravidade, de bombas atómicas e de bombas de hidrogénio, do princípio da incerteza, dos teoremas da incompletude, da força electromagnética, do Big Bang, do Big Crunch, do Big Freeze, e de tantos outros termos e teorias científicas. Cabe ainda um lugar à religião (afinal o título evoca logo o nome de Deus): fala-se do Hinduísmo, do Budismo, do Cristianismo. Fala-se também de Einstein. E se tudo vos parece confuso, digo-vos que se fala (e perdoem-me este termo pois afinal num livro não se “fala”, quando muito, reflecte-se aquilo de que falamos), das mais simples, mas complexas questões da humanidade: quem somos, para onde vamos e porque estamos aqui?! segunda-feira, 2 de julho de 2007
"Quem somos, para onde vamos e porque estamos aqui"
Antes de mais, e porque é essencial dizê-lo, assumo-me já como um indivíduo com conhecimentos científicos na ordem do normal para um jovem do século XXI! E digo-o já porque de facto se há qualidade em “A fórmula de Deus” de José Rodrigues dos Santos é a sua simplicidade e, por paradoxal que pareça, riqueza em conhecimentos científicos que esbanja. A imensa informação que aborda é impressionantemente fácil de entender, e evoca questões muito curiosas que tratando-se do eterno Ser, parecem passar ao lado de muita gente (eu acuso-me!). Fala-se da teoria da relatividade, da força forte e da força fraca, da gravidade, de bombas atómicas e de bombas de hidrogénio, do princípio da incerteza, dos teoremas da incompletude, da força electromagnética, do Big Bang, do Big Crunch, do Big Freeze, e de tantos outros termos e teorias científicas. Cabe ainda um lugar à religião (afinal o título evoca logo o nome de Deus): fala-se do Hinduísmo, do Budismo, do Cristianismo. Fala-se também de Einstein. E se tudo vos parece confuso, digo-vos que se fala (e perdoem-me este termo pois afinal num livro não se “fala”, quando muito, reflecte-se aquilo de que falamos), das mais simples, mas complexas questões da humanidade: quem somos, para onde vamos e porque estamos aqui?! 0 comentários Sintonizado em... Literatura
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domingo, 24 de junho de 2007
O ogre está de volta...
Foi com esperança que fui ver a terceira aventura, outrora criativa, do politicamente incorrecto ogre verde. E digo outrora criativa pois Shrek foi uma engenhosa e original saga de animação que conquistou crianças e adultos, arrecadando recordes de bilheteira e elogios da crítica cinéfila: divertido, inteligente, sagaz, prodigioso tecnicamente e acima de tudo hilariante. Por mim Shrek (imagem de marca da Dreamworks) era mesmo (e é) o melhor filme de animação de todos os tempos, pelo menos da recente animação invadida pelas avançadas técnicas informáticas. E com o sucesso do primeiro filme era inevitável a segunda aventura: Shrek 2. A continuação voltou a ser um sucesso absolutamente meritório, escapando-lhe apenas (e obviamente) a frescura e surpresa do episódio original. Agora chega-nos Shrek 3! A bilheteira até é boa mas não tão boa como era expectável, os elogios cinéfilos não apareceram e o termo decepção foi continuamente invocado para o caracterizar. Mas a verdade é que esta imagem denegrida também já tinha sido imposta a Homem-Aranha 3 e eu, como já referi na minha crítica anterior, não comunguei da corrente opinião. Então, “foi com esperança que fui ver a terceira aventura, outrora criativa, do politicamente incorreto ogre verde”. Se o outrora criativa poderá fazer adivinhar que de facto este Shrek 3 é uma estonteante desilusão, afirmo desde já que não o é. Perdeu bastante, é certo, mas não lhe podemos exigir o efeito novidade, esse é irrepetível com certeza. Tudo começa quando Shrek se vê confrontado com a possibilidade de ser tornar rei, após a morte do seu sogro, o Rei Harold. O cargo não lhe agradava e foi ao encontro de um tal de Arthur para o substituir na indesejável tarefa. A par disto, a sua “Shreka” (agora grávida) estava refugiada com as suas amigas (Rapunzel, Cinderela e afins) nos “subterrâneos” do Castelo, a fugir do ataque de um sindicato de malfeitores injustiçados e liderados pelo conhecido príncipe efeminado do segundo episódio. É esta a simpática história de 90 minutos de bom (apenas bom) entretenimento, o que, tendo em conta as anteriores incursões, sabe a pouco. A verdade é que o efeito da vulgarização de personagens infantis até é engraçado com uma ou duas, cansa quando todo o filme se resume a esta outrora criativa ideia. Não é mau, não foi uma desilusão (esperava pior cenário), mas as gargalhadas já são menos espontâneas e o encanto desvaneceu-se.2 comentários Sintonizado em... Cinema
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domingo, 10 de junho de 2007
Orgulho de ser Português!
Tal como prometemos no último programa do Frequência Jovem, o nosso blog será constantemente actualizado com novos posts.0 comentários Sintonizado em... Reflexões
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quinta-feira, 31 de maio de 2007
O último...
Pois é, como já tínhamos anunciado no programa anterior, este será o último Frequência Jovem… Não… o Dia das mentiras já foi há dois meses e não estamos propriamente na época do Carnaval…1 comentários Sintonizado em... Programa Rádio
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quinta-feira, 17 de maio de 2007
Chiquíssimo...
É com muita pena que anunciamos que a emissão de hoje será a penúltima! É verdade! Estamos na recta final do nosso programa... (ohhhhh). Mesmo assim, o Frequência Jovem terá hoje um programa em grande! Chiquíssimo... cheio de Glamour e boas maneiras... O Frequência Jovem de hoje será dedicado à fama! Parece que esta palavra está envolta de um certo hipnotismo, pois na verdade parece que todos os adolescentes querem aparecer na televisão, ser a celebridade do momento, querem pertencer ao jet-set, algumas adolescentes até já aspiram a ser "tias"… e porquê? Talvez pelo dinheiro que proporciona, pelas facilidades, pelo luxo, pelas festas, pelo glamour…mas esquecem-se da inexistência de vida privada, da aparência a tomar conta da realidade, dos escândalos (às vezes até difamatórios) da imprensa! Ora são estes prós e contras que vamos debater no programa de hoje, passando ainda uma rápido olhar na vida de Paris Hilton, Pamela Anderson, Anna Nicole Smith entre outros nomes sonantes neste campo! A convidada é a maior tia de Portugal, conhecida principalmente pelo seu relacionamento com Santana Lopes. Cinha Jardim! Quem mais para nos falar acerca do melhor e do pior deste mundo fantástico (ou então não) da fama?Já sabem, hoje, às 4h, Frequência Jovem na Rádio Mangualde.
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terça-feira, 15 de maio de 2007
Fátima, uma fonte de esperança e fé
Nas primeiras décadas do século XX Portugal vivia um clima de grande instabilidade política, social e económica, gerada, entre outros motivos, pela queda da monarquia e consequente implantação da república e posteriormente pela participação na 1ª guerra mundial. Os antagonismos sociais eram acentuados e a fome era uma ameaça real às classes mais carenciadas. Todavia, o povo matava a fome de pão e de justiça saciando-se com o alimento divino: A palavra de Deus. O fervor religioso vivido era uma fonte de esperança para superar os problemas vividos em Portugal e no resto da Europa que era consumida pela 1ª guerra mundial. Mesmo assim, em Portugal não era fácil praticar a religião de forma pacífica uma vez que o Governo havia dado início ao processo de separação entre o Estado e a Igreja. Aquando das aparições, decorria em Portugal uma campanha anticlerical promovida pelo Primeiro-ministro da época. Neste clima, um milagre traduzia-se quase num desejo inconcretizável e ouvir dizer da boca de três criancinhas que tinham visto uma Senhora, o Anjo de Portugal, era motivo de repreensão e de chacota imediata não só pela família e amigos mas por toda a sociedade em geral. Porém, o dia 13 de Maio haveria de marcar para sempre a História de Portugal e da Igreja, quando três criancinhas que apascentavam o seu rebanho na Cova da Iria, em Fátima, Leiria, viram um anjo que lhes pediu que se deslocassem ali durante os próximos meses e que rezassem o terço todos os dias pela conversão dos povos pecadores. A 13 de Outubro, já muito tinham sofrido as crianças Lúcia de Jesus, Francisco Marto e Jacinta Marto ao verem que os seus relatos não tinham credibilidade perante as pessoas e terem sido acusados de engendrarem tudo isto. Mesmo assim, a curiosidade dos populares falou mais alto e aquando da derradeira aparição de N. Sra. aos pastorinhos encontravam-se cerca de 70 000 pessoas à espera de verem a Virgem, mas apesar de isso ter sido possível apenas aos pastorinhos, os restantes puderam presenciar o milagre do sol. A Senhora revelou ainda três segredos que viriam a ser revelados anos mais tarde.Hoje, 90 anos depois da primeira aparição, passados vários episódios da história de Portugal e da Igreja, ninguém fica indiferente ao nome FÁTIMA e este adquire os mais variados significados para as pessoas que o ouvem. Para os emigrantes Fátima simboliza o seu país, as suas raízes, muitas vezes a fonte da sua força para suportar a saudade dos seus ente – queridos. Para os Portugueses descrentes significa, pelo menos, um ícone importante na história de Portugal e na sua importância internacional que o santuário dá ao nosso país. Infelizmente, para muitos, Fátima traduz-se em fonte de lucro e rendimento, sem olhar a meios para transformar o recinto do santuário num posto de turismo e rendimento. Mesmo assim, para os cristãos católicos marianos, especialmente os portugueses, Fátima adquire um valor espiritual muito superior aos significados atrás referidos, pois desperta em cada um a sensação de paz de espírito total e a plena sintonia com Deus, algo conseguido apenas com muita fé. Fé essa que ultrapassa todas as controvérsias envolta da sucessão dos acontecimentos em 1917, pois para quem, tal como eu, sente a pureza da Virgem quando está prostrado em frente da imagem, a presença de Deus que se faz notar no coração de cada um comprova que, independentemente da veracidade total dos factos até hoje relatados das aparições, houve realmente algo divino que se mantém perceptível a quem o quiser sentir. Nem sempre é fácil explicar a fé que move anualmente milhões de peregrinos a Fátima (muitos deles a pé) aos mais cépticos, pois Fátima revela-se em mim, acima de tudo, como fonte de esperança e fé, mas uma fé que não se explica, apenas se sente de uma forma maravilhosa.
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quinta-feira, 10 de maio de 2007
Homem-aranha 3, a surpresa na desilusão
Escrever sobre o homem-aranha é sem dúvida um trabalho facilitado, já que todos conhecem o super-herói da Marvel, ficando assim dispensadas quaisquer tipos de apresentações. Saltamos assim para o mais importante, assunto desta pseudo crítica (termo para evitar “confusões”): o terceiro capítulo de uma das franchises mais lucrativas da história do cinema. Os anteriores episódios foram um sucesso de crítica e bilheteira o que encerrou neste terceiro, mas não último capítulo da saga (a prever pelas últimas declarações), grandes expectativas. Defraudadas? Não!Comecemos pelo óbvio, aquilo que se adivinha não só pelo trailer mas pelo orçamento astronómico do filme (o mais caro filme americano de sempre): os efeitos especiais! E, no que se refere a este ponto, nada a acrescentar. É unanimemente concordado que os efeitos especiais são do momento, do melhor deste momento! Ultrapassado este previsível ponto inicial, resta-nos a parte que gera mais discordâncias, o que torna obrigatório referir Sam Raimi. De facto este realizador soube nas duas anteriores incursões adequar um bom ritmo cinematográfico, aproveitando as fragilidades do herói, juntando-lhe a já supra citada consciência gráfica. Ora e neste filme, na minha (dissemelhante) opinião, todas estas qualidades cinematográficas são novamente conseguidas. É certo que há as forçadas coincidências para a suposta coerência da narrativa, alguns estereótipos nas personagens, diria mesmo alguns diálogos clichés, mas o que é inegável é o talento de Sam em conseguir dar alguma coerência a uma história que inevitavelmente (relembre-se o orçamento) tem de ser hiper. Agora não temos nem um, nem dois, nem três, mas quatro inimigos: Sandman, o monstro da areia, Venom, um aracnóide repugnante (a trazer alguns sustos à saga), Harry Osborn, a violenta vingança interpretada por James Franco, e o próprio Peter Parker. “Hummmmm…Peter parker?!” Percebo a confusão… agora um dos vilões do homem-aranha é mesmo o próprio homem aranha, especificamente falando o lado negro do homem-aranha. A este se deve uma confusa identidade, uma crise na relação amorosa com Mary Jane (numa altura em que o noivado parecia fazer sentido) e mesmo um excesso de confiança, agressividade, arrogância e sex appeal. Afinal é isto que faz o sucesso do homem-aranha: a idealização de um super-herói, que com todas as suas sobrenaturalidades, é frágil, complexo, melancólico, uma verdadeira pessoa vulgar. E é isto que eu louvo nesta saga…
Homem – Aranha encerra assim uma excelente trilogia de super-herói, um excelente exercício de entretenimento e acção, longe da superficialidade de inúmeros filmes que passam nesta arte milionária. Afinal, foi uma surpresa num filme rotulado de desilusão.
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quinta-feira, 3 de maio de 2007
Agora é de vez...sexto programa!
Neste 6º programa, ao fim de debatermos os mais variados temas, ao fim de falarmos com os mais ilustres convidados e ao fim de termos causado o caos em Mangualde, decidimos finalmente mostrar aquilo que valemos sozinhos em estúdio!!!0 comentários Sintonizado em... Programa Rádio
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quinta-feira, 19 de abril de 2007
Ler? Sim, obrigado.
Com tantos problemas graves,super hiper mega ri-graves, como diria a floribella, porque haveríamos nós de falar desta mania cultural, que é muito bonita, muito bonita, mas não enche a barriga?! Ora, a verdade é que a leitura, ainda que imensamente desprezada, é essencial para um bom desenvolvimento humano e qualidade de vida. É essencial para crescer, conhecer, pensar, duvidar, interrogar, reflectir, críticar, idealizar, interpretar, compreender, enfim... para uma juventude mais idealista e menos material, mais humana e menos robot. Ler é essencial para SONHAR! Afinal, o juntar de vogais e consoantes não é uma perda de tempo... tal como o nosso programa nao será! (bolas...nunca mais conseguia a deixa para o programa!) Afinal, os jovens gostam ou não de ler? E a televisão, é mesmo a grande substituição da leitura? Estas e outras perguntas, hoje, às 16h, na Rádio Mangualde, neste 5º Frequência Jovem que não irás querer perder...1 comentários Sintonizado em... Programa Rádio
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segunda-feira, 9 de abril de 2007
300, uma pseudo-crítica
Um sucesso de bilheteira? Uma evolução cinematográfica? Um blockbuster? Uma surpresa? Uma desilusão? De facto, um pouco de tudo, mas nenhum em isolado. 300 é um filme de muitos “e” e “ mas” e qualquer concordância com uma pergunta em isolado seria redutor…há sempre mais para dizer. O novo filme de Zack Snyder, é, em primeiro lugar, uma aposta visual assombrosamente ganha. Não é revolucionário (“Sin City”), mas é uma evolução significativa, algo que, a verdade seja dita, o trailer já fazia adivinhar. Os cenários, os combates, o exército, tudo feito a computador, o que faz surgir a pergunta inevitável: onde acaba o fictício e se inicia o real? Recuemos 25 séculos e, aí sim, algo de muito real aconteceu: a batalha de Termópilas, na qual se baseia (?!) o filme. Em Agosto de 480 a.C. 300 espartanos, sob o comando do rei Leónidas (Gerard Butler), lutaram contra o número ridiculamente superior de 250000 persas, sob o comando do rei Xerxes (Rodrigo Santoro). O final da batalha é previsível, e, talvez, não demonstre toda a sua importância. Na verdade, não falamos de uma simples batalha (se é que alguma batalha possa ser reduzida a tal vocábulo), falamos sim da salvação de Atenas e, por conseguinte, do nascimento da civilização Ocidental, afinal, falamos de uma batalha decisiva em todos os aspectos. E é isto que 300 não soube, arrisco-me a dizer, não quis mostrar. O projecto narrativo é, sem dúvida, a nódoa negra deste filme visualmente esplendoroso e diria mesmo belo, mais belo do que o real (!). Contudo admitamos… 300 é baseado não numa batalha, mas numa novela gráfica (Frank Miller) baseada numa batalha, o que faz toda a diferença. Justificado o erro, sobra um "grande" entretenimento…2 comentários Sintonizado em... Cinema
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Diz que é uma espécie de hip-hop
“Hip-hop? Desde o primeiro disco que somos muito mais do que isso”, afirma Pacman à Visão. Para quem leu o artigo, pedimos desculpa pelo início afim, mas, de facto, pareceu-nos uma frase marcante, entre muitas que o vocalista já pronunciou para a promoção do novo álbum “Amor, Escárnio e Maldizer”. Será preciso referir o nome do grupo? Depois de re-definições, especialmente do popularíssimo “re-tratamento”, não nos parece… a nova invasão é “dialetos de ternura”, que quer se goste ou se odeie, enfim, ninguém sai indiferente, e porquê?... isto é realmente mais do que hip-hop!!! Seguríssimo e consensual (!). “Amor, Escárnio e Maldizer” é uma aguçada crítica social, e um percorrer de histórias de amor e fé. É um cruzamento de estilos e pessoas: Bernardo Sassseti em “ A Palavra”, Gato Fedorento “Ó Nigga, Tu És Nigga, Nigga?”, Simão Sabrosa, José Luís Peixoto, Rui Massena… é um disco (dos Da Weasel), parêntese que, na verdade, nos parece absurdamente desnecessário,a (re)descobrir.Classificação:

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quinta-feira, 5 de abril de 2007
Páscoa é Páscoa!
Hoje o nosso programa não podia deixar de ser dedicado ao momento que estamos a viver! O quê?!… Estás a pensar que iremos dedicar um programa inteirinho às férias? Não era má ideia, mas estas já estão quase a acabar (infelizmente!!!). No entanto, o programa irá ser, precisamente, sobre o motivo pelo qual tivemos direito a esta interrupção lectiva: a Páscoa! E por conseguinte a religião.0 comentários Sintonizado em... Programa Rádio
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quinta-feira, 22 de março de 2007
Aviso! Causas do trânsito em Mangualde...
No entanto, prometemos que no próximo dia 5 de Abril estamos de volta com um programa fantástico!!!!!!!!!!
Até lá!!
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Sozinhos...no quarto programa!
Quarto programa...bem, decidimos variar! Hoje somos só nós, sozinhos em estúdio, nada de convidados! Afinal, nós damos conta do recado (ou então não...)P.S.: Hoje não sabíamos que imagem haveriamos de pôr...por isso vai esta imagem de um Dj. Que melhor símbolo para um programa dedicado exclusivamente à música...
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quinta-feira, 8 de março de 2007
MESTRE ALVES!!!!!!! Só isto basta para ouvires este terceiro Frequência Jovem...
Hoje temos um programa do outro mundo!!! É exactamente do oculto que vamos falar…O ocultismo, todas as teorias e práticas relacionadas com os aspectos espirituais, começaram, talvez, no antigo Egipto, relacionados com o deus Hermes ou Thoth. Depois na Idade Média floresceu a alquimia, o transformar metais em ouro, muito relacionado com o ocultismo. A inquisição acabou por fazer desaparecer este movimento, matando milhares de ocultistas medievais, sendo que o movimento só ressurgiu no séc. XIX com os trabalhos de Eliphas Levi, Helena Petrovna Blavatsky e Papus.
Este é um tema que tem dado muito que falar, talvez pelo mistério que envolve! Por exemplo, no cinema, este tema é levado ao extremo com o famosíssimo filme “o Exorcista” e também na literatura, por exemplo, em “Código da bíblia”, onde são relatadas algumas profecias. Afinal são verdadeiras? E o jogo do copo, simples brincadeira ou perigo eminente?
Mas para saber mais acerca deste assunto tão obscuro, vamos estar à conversa com o médium, exorcista, vidente… Mestre Alves! Tem experiência adquirida com figuras públicas e clubes de futebol profissional. Corre Portugal e o mundo em conferências relacionadas com este tema. Hoje, vai explicar-nos como chegou até aqui e muito mais… (para adiantar, ataques à Maya e profecias 2007)
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