domingo, 15 de julho de 2007

Drogas: Porque nunca é demais informar! (1)

É verdade que Hoje, mais que nunca até agora, o tema da droga tem deixado de ser tabu para passar a fazer parte dos temas a debater em colóquios, palestras, debates, ou simples encontros, organizados pelas escolas, pelos órgãos de saúde e até pela Igreja. No nosso quotidiano deparamo-nos com diversas informações que nos chegam das mais variadas formas e por diferentes meios, mas será que o facto de haver muita informação é sinónimo de um grande número de pessoas bem informadas? Talvez, quando nos questionam se consideramos que sabemos o suficiente sobre drogas, respondamos afirmativamente, mas nem sempre isso corresponde à realidade. Ao contrário do que pensa o senso comum, "ela" encontra-se muito mais perto de nós do que imaginamos e mais tarde ou mais cedo iremos cruzar-nos com algum tipo de droga na nossa vida, cabe a cada um tomar a decisão correcta. Actualmente tem vindo a lume o assunto das salas de chuto e muito se tem discutido até que ponto são estes espaços benéficos ou prejudiciais. No entanto, esse é um tema que o Frequência Jovem irá abordar daqui a alguns tempos. Esse e outros assuntos relacionados com o tema da Droga, que se como diz na gíria popular "dá pano para mangas". De resto, falta recordar que podem esclarecer dúvidas e pedir auxílio em caso de necessidade em www.idt.pt, o instituto da droga em Portugal.

Agora, fica a conhecer melhor as consequências do consumo de alguns tipos de Droga:

ÁLCOOL: Atinge todos os tecidos do organismo e provoca 350 desordens físicas e psíquicas
ECSTASY Aumento da temperatura, que pode chegar a 42 graus.Impotência sexual. Entre outras
LSD (Lyserg Sarue Diethylamid) Pânico. Sensação de deformação do corpo.Distúrbio psicótico crónico. Entre outras
TABACO Cancro. Asma. Enfisema pulmonar. Insónia, depressão. Entre outras. Cancro na boca provocado pelo cigarro
COCAÍNA Insónia. Problemas arteriais. Tromboses. Convulsões. Entre outras. Cocaína pode provocar trombose
CRACK Tonturas,Desmaios. Hemorragias cerebrais. Psicoses. Lesões do trato respiratório. Entre outras
MACONHA/HAXIXE Défice na atenção auditiva. Surtos psicóticos.Danos na traqueia e brônquios. Falta de percepção. Infertilidade. Entre outras
SOLVENTES e INALANTES Zumbido nos ouvidos. Irritação ocular. Diarreia. Lesões neurológicas. Entre outras
HEROÍNA Emagrecimento extremo. Queda de pressão sanguínea. Afecções gastrointestinais. Apatia. Depressão. Entre outras

Agora cabe-te a ti escolher: a vida ou a droga...

sexta-feira, 13 de julho de 2007

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Mais do mesmo!

Estreia hoje mais um episódio da interminável saga criada por J.K.Rowling. Com o sobrenome a Ordem de Fénix, Harry Potter promete (ou prometia, tendo em conta as últimas actualizações) ser um estrondoso sucesso, na ordem das anteriores incursões. Mas, para mim, o benefício da dúvida já há muito que se perdeu... a verdade é que para quem não é um acérrimo fã do bruxinho, a saga é sinónimo de incontroláveis bocejos! Não gosto de fazer prognósticos, mas neste caso é quase tão claro como a àgua: mais do mesmo! Afinal, até o tão badalado beijo parece ter sido sujeito a indicações a priori por todas as avós do mundo...

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Sabias que...

Se uma pessoa gritasse durante 8 anos, 7 meses e 6 dias, teria produzido energia suficiente para aquecer uma chávena de café...?

O orgasmo de um porco dura 30 minutos...?

Dar cabeçadas contra um muro consome 150 calorias por hora...?

Uma barata viverá 9 dias sem cabeça, antes de morrer de fome...?

Alguns leões acasalam mais de 50 vezes por dia...?

O Ser Humano não consegue tocar com a boca no seu próprio cotovelo...?

As borboletas saboreiam as suas próprias patas...?

O elefante é o único animal que não pode saltar...?

A urina do gato brilha fosforescente, sob uma luz forte...?

Os olhos de uma avestruz são maiores que o seu cérebro...?

As estrelas-do-mar não têm cérebro...?

Os ursos polares são surdos...?

Os humanos e os golfinhos são as únicas espécies que têm sexo por prazer...?

70% das pessoas que leram este post tentaram tocar com a boca no seu próprio cotovelo...?



E então, sabias?!?!?!

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Uma Maravilha de evento...

Sete do sete de dois mil e sete é uma data harmoniosa só pelo facto de reunir 3 vezes o número da perfeição, o 7. Como tal, este dia foi o escolhido para ficar na história como o dia em que foram anunciadas as 7 maravilhas do mundo moderno. Tal como a escolha da data, também a escolha do local onde se iria realizar este evento à escala mundial obedeceu a rigorosos critérios e ao fim de algumas conferencias foi anunciado que Lisboa seria a cidade palco do anúncio das 7 maravilhas. Desde Janeiro deste ano que todo o mundo foi votando para eleger aqueles que considerava os 7 monumentos mais maravilhosos do mundo, entre os 21 candidatos que foram passando por grandes critérios de selecção. A par desta mega votação (que poderia ser efectuada através da Internet ou por telefone) decorreu também a nível nacional a eleição das 7 maravilhas de Portugal. Ontem, no tão aguardado dia 7 do 7 de 2007, o estádio da Luz encheu-se de anónimos para apoiar a sua maravilha predilecta mas também de pessoas que fizeram ou continuam a fazer história, como Neil Armstrong, José Carreras, Cristiano Ronaldo ou Jennifer Lopez, entre outros. Ao fim de anunciados os vencedores nacionais (Mosteiro de Alcobaça, Mosteiro dos Jerónimos, Palácio da Pena, Mosteiro da Batalha, Castelo de Óbidos, Torre de Belém e Castelo de Guimarães), foram finalmente anunciadas aquelas que irão ficar para sempre como as 7 maravilhas do mundo moderno que foram Cristo Redentor (Brasil), Muralhas da China, Petra (Jordânia), Taj Mahal (Índia), Coliseu de Roma (Itália), pirâmide de Chichén Itzá (México) e Machu Picchu (Peru). É de realçar que os vencedores não se restringiram ao continente europeu (como era de prever, devido à informatização dos países mais desenvolvidos) mas, pelo contrário, espelharam-se um pouco por todo o mundo, com destaque especial para a América Latina que arrecadou 3 das 7 maravilhas. Os resultados da votação nacional e internacional provocaram euforia e desilusão nas pessoas que apoiavam um monumento específico, tal como o espectáculo em si, que contou com inúmeras actuações. Uma das surpresas mais flagrantes da noite foi sem dúvida a “derrota” (se assim se pode chamar, uma vez que Não deixa de ser uma maravilha por excelência) das pirâmides de Gize, a única das 7 maravilhas do mundo antigo que estava em votação. Depois de desvendadas as maravilhas e passada a euforia que surgiu em volta desta cerimónia, será falado o nome de Portugal quando se recordar este grandioso espectáculo com custos elevadíssimos, reflectindo-se no preço dos bilhetes (55€) que não estava à disposição de qualquer carteira e esconde a crise económica do nosso país. Quanto às maravilhas eleitas, não podemos deixar de concordar que foi uma grande dificuldade eleger apenas 7 das imensas maravilhas do nosso país e do mundo. Entretanto faremos planos para que um dia possamos ter o privilégio de estar nos monumentos contemplados.

domingo, 8 de julho de 2007

Esperemos não chegar a tanto...

Hora H - Blogodependente

terça-feira, 3 de julho de 2007

O melhor Festival de Rock

Em circunstâncias normais diria que as altas temperaturas chegaram e trouxeram com elas a adrenalina dos festivais de verão, mas se há coisa que teima em não chegar são mesmo as altas temperaturas! Mesmo assim, com ou sem o calor típico desta época do ano, os festivais de Verão estão aí para animarem as férias do pessoal.
Hoje começou o 2º acto de mais uma edição de um dos mais conceituados festivais Rock em Portugal. Rolava o ano de 95 quando surgiu a primeira edição do Super Bock Super Rock. O público aderiu em massa ao festival e a Gare marítima de Alcântara encheu-se, durante dois dias, de jovens que procuravam diversão absoluta, mas acima de tudo, boa música Rock. Ao longo dos tempos “o melhor festival de Rock” foi sofrendo evoluções desde a expansão por diferentes zonas do país até à recepção de bandas de top internacional. Volvidos 12 anos, o Super Rock Super Bock está aí com um fantástico cartaz do 2º acto (depois da participação dos Metallica no 1º acto) durante os próximos 4 dias. Dele farão parte nomes como The Gift, Arcade Fire, Mundo cão e Scissor Sisters, entre muitos outros.
Se por qualquer motivo não vais poder assistir a este mega festival, podes sempre saber mais em
http://www.superbocksuperrock.net/ ou http://www.13sbsr.blogspot.com/
Já sabes, ficamos à espera que nos contes como foi essa experiência! (se tiveste a oportunidade de participar, caso contrário, podes sempre dizer-nos porque não foste ao “melhor festival de Rock”!)

segunda-feira, 2 de julho de 2007

"Quem somos, para onde vamos e porque estamos aqui"

Antes de mais, e porque é essencial dizê-lo, assumo-me já como um indivíduo com conhecimentos científicos na ordem do normal para um jovem do século XXI! E digo-o já porque de facto se há qualidade em “A fórmula de Deus” de José Rodrigues dos Santos é a sua simplicidade e, por paradoxal que pareça, riqueza em conhecimentos científicos que esbanja. A imensa informação que aborda é impressionantemente fácil de entender, e evoca questões muito curiosas que tratando-se do eterno Ser, parecem passar ao lado de muita gente (eu acuso-me!). Fala-se da teoria da relatividade, da força forte e da força fraca, da gravidade, de bombas atómicas e de bombas de hidrogénio, do princípio da incerteza, dos teoremas da incompletude, da força electromagnética, do Big Bang, do Big Crunch, do Big Freeze, e de tantos outros termos e teorias científicas. Cabe ainda um lugar à religião (afinal o título evoca logo o nome de Deus): fala-se do Hinduísmo, do Budismo, do Cristianismo. Fala-se também de Einstein. E se tudo vos parece confuso, digo-vos que se fala (e perdoem-me este termo pois afinal num livro não se “fala”, quando muito, reflecte-se aquilo de que falamos), das mais simples, mas complexas questões da humanidade: quem somos, para onde vamos e porque estamos aqui?!

Ora JRS obviamente não fala em certezas, mas com certezas eu vos digo que muitas achas deita à fogueira. As revelações, encadeadas nos diálogos das personagens, são extraordinárias! E já que tenho a deixa das personagens, começo então agora por me debruçar no enredo, frustrantemente, a parte menos boa do livro. Tudo é demasiado cliché! Tomás de Noronha, historiador e criptanalista, num belo dia conhece uma belíssima mulher iraniana (onde é que eu já vi isto?), que lhe propõe, a mando do governo do Irão, uma proposta irrecusável. Essa proposta gira em torno de um documento nomeado Die Gottesformel escrito por Albert Einstein! Mas, porque a história assim não tinha piada nenhuma, era necessário a habitual jogada dupla: Tomás é também contratado pelos americanos para o mesmo fim. E se pensam que temos “pano para mangas” estão enganados: ainda há os surpreendentes e nada habituais problemas familiares, neste caso em relação ao seu pai (que, curioso, era um pai distante!). É certo que o desenvolvimento da narrativa até é interessante, agarrando o leitor do início ao fim, como diria o principezinho, cativando! Mas tudo é demasiado forçado…não se lhe exige perfeição realística, mas em “A fórmula de Deus” há um certo abuso. Para além de haver os estonteantes clichés. No reverso da medalha há que admitir que a carga visual do filme é muito forte, existindo mesmo algumas descrições ricas em pormenores, não descurando, contudo, a louvável simplicidade de escrita (compreendida por termos uma “mão” de jornalista).

E porque me estou a alongar demais, e é importante ainda deixar no ar algumas considerações acerca dos temas debatidos, concluo simplesmente com uma recomendação à leitura desta nova incursão de JRS (mesmo com algumas reservas no que diz respeito ao romance policial, ainda longe dos congénitos de Dan Brown). Concluída a minha simples opinião do livro (e não passa de uma simples opinião de um simples leitor), chego à parte mais estimulante. E há essencialmente duas questões, levantadas pelo livro, que queria aqui deixar: afinal Deus é bom e omnipotente? “JRS” diz-nos o seguinte: “se Deus é bom, não pode ser omnipotente, uma vez que não consegue acabar com o mal. Se Ele é omnipotente não pode ser bom, uma vez que permite a existência do mal. Um conceito exclui o outro” Interessante não?! E, por fim, quem somos, para onde vamos e porque estamos aqui?! Por razões óbvias não irei expor a ideia estupefaciente do livro, pois se JRS me deu oportunidade de fazer esta opinião ele também merece este comentário final: se querem saber a resposta milionária, comprem o livro!

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domingo, 24 de junho de 2007

O ogre está de volta...

Foi com esperança que fui ver a terceira aventura, outrora criativa, do politicamente incorrecto ogre verde. E digo outrora criativa pois Shrek foi uma engenhosa e original saga de animação que conquistou crianças e adultos, arrecadando recordes de bilheteira e elogios da crítica cinéfila: divertido, inteligente, sagaz, prodigioso tecnicamente e acima de tudo hilariante. Por mim Shrek (imagem de marca da Dreamworks) era mesmo (e é) o melhor filme de animação de todos os tempos, pelo menos da recente animação invadida pelas avançadas técnicas informáticas. E com o sucesso do primeiro filme era inevitável a segunda aventura: Shrek 2. A continuação voltou a ser um sucesso absolutamente meritório, escapando-lhe apenas (e obviamente) a frescura e surpresa do episódio original. Agora chega-nos Shrek 3! A bilheteira até é boa mas não tão boa como era expectável, os elogios cinéfilos não apareceram e o termo decepção foi continuamente invocado para o caracterizar. Mas a verdade é que esta imagem denegrida também já tinha sido imposta a Homem-Aranha 3 e eu, como já referi na minha crítica anterior, não comunguei da corrente opinião. Então, “foi com esperança que fui ver a terceira aventura, outrora criativa, do politicamente incorreto ogre verde”. Se o outrora criativa poderá fazer adivinhar que de facto este Shrek 3 é uma estonteante desilusão, afirmo desde já que não o é. Perdeu bastante, é certo, mas não lhe podemos exigir o efeito novidade, esse é irrepetível com certeza. Tudo começa quando Shrek se vê confrontado com a possibilidade de ser tornar rei, após a morte do seu sogro, o Rei Harold. O cargo não lhe agradava e foi ao encontro de um tal de Arthur para o substituir na indesejável tarefa. A par disto, a sua “Shreka” (agora grávida) estava refugiada com as suas amigas (Rapunzel, Cinderela e afins) nos “subterrâneos” do Castelo, a fugir do ataque de um sindicato de malfeitores injustiçados e liderados pelo conhecido príncipe efeminado do segundo episódio. É esta a simpática história de 90 minutos de bom (apenas bom) entretenimento, o que, tendo em conta as anteriores incursões, sabe a pouco. A verdade é que o efeito da vulgarização de personagens infantis até é engraçado com uma ou duas, cansa quando todo o filme se resume a esta outrora criativa ideia. Não é mau, não foi uma desilusão (esperava pior cenário), mas as gargalhadas já são menos espontâneas e o encanto desvaneceu-se.
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domingo, 10 de junho de 2007

Orgulho de ser Português!

Tal como prometemos no último programa do Frequência Jovem, o nosso blog será constantemente actualizado com novos posts.
Para começar esta nova etapa do blog, nada melhor que um post sobre o patriotismo! É um dever ético cada um ser patriota no seu quotidiano, e não apenas aquando dos grandes acontecimentos no nosso país. Todavia, sendo hoje assinalado o Dia de Portugal, Camões e das comunidades portuguesas, penso que será oportuno falar de Portugal!Quando falamos de Portugal e dos Portugueses, temos uma tendência para nos referirmos imediatamente aos feitos heróicos dos nossos antepassados. Lembramos de seguida Camões, que tão bem soube cantar esses acontecimentos na sua epopeia “Os Lusíadas”. De um passado mais recente referenciamos Amália que espalhou o nosso Fado pelos palcos do Mundo ou Eusébio que mostrou que em Portugal também se sabia jogar futebol. Portugal é também sinónimo de mais de 200 milhões de pessoas que falam a nossa língua ou um grande número de comunidades que se espalham um pouco por todos os cantos do mundo. Porém, hoje Portugal também é lembrado pela crise económica em que mergulhou ou por vários crimes públicos.

Apesar de todas estas imagens que são criadas quando falamos de Portugal, há certos aspectos que não podem ser esquecidos. O principal é, a meu ver, o facto de que Portugal não se resume a grandes acontecimentos ou a crises económicas, é algo muito superior a isso. Portugal é o reflexo do nosso trabalho para o crescimento económico. Portugal é o reflexo da nossa ética, no que diz respeito às questões morais do país. Portugal é o reflexo do nosso civismo em assuntos como o ambiente. Portugal é, acima de tudo, um país que conta uma história construída com a fé e preserverança dos nossos pais e avós, que é a nossa própria história e à qual devemos o máximo respeito.

À nossa geração cabe a responsabilidade de honrar o passado e dar o nosso máximo contributo para melhorar o que está pior no país para que no futuro sejam os nossos filhos e netos a reconhecerem e respeitarem o esforço de Hoje. Porque isto sim, é ser Português!

quinta-feira, 31 de maio de 2007

O último...

Pois é, como já tínhamos anunciado no programa anterior, este será o último Frequência Jovem… Não… o Dia das mentiras já foi há dois meses e não estamos propriamente na época do Carnaval…

Mesmo assim, teremos uma despedida em grande! A derradeira emissão não terá um convidado específico, mas contará com um pouco de cada entrevista. Não terá a magazine habitual mas terá os momentos mais divertidos de cada magazine desde o início do programa. Tudo isto com grande som à mistura! Mas quê… Acham que nos íamos embora assim?!?! Antes temos ainda que agradecer ao núcleo de Francês da ESFA que sempre nos apoiou, a toda a comunidade escolar em geral e, é claro, à rádio Mangualde.

Quanto a este blog, podes vir visitá-lo quando quiseres, terá sempre novos posts. Cá esperamos os teus comments! Até sempre ou até breve, quem sabe não nos encontremos por aí um dia destes no mundo mágico da radiofonia.

Por agora, não te esqueças, o último Frequência Jovem 5ª feira 16h na rádio Mangualde

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Chiquíssimo...

É com muita pena que anunciamos que a emissão de hoje será a penúltima! É verdade! Estamos na recta final do nosso programa... (ohhhhh). Mesmo assim, o Frequência Jovem terá hoje um programa em grande! Chiquíssimo... cheio de Glamour e boas maneiras... O Frequência Jovem de hoje será dedicado à fama! Parece que esta palavra está envolta de um certo hipnotismo, pois na verdade parece que todos os adolescentes querem aparecer na televisão, ser a celebridade do momento, querem pertencer ao jet-set, algumas adolescentes até já aspiram a ser "tias"… e porquê? Talvez pelo dinheiro que proporciona, pelas facilidades, pelo luxo, pelas festas, pelo glamour…mas esquecem-se da inexistência de vida privada, da aparência a tomar conta da realidade, dos escândalos (às vezes até difamatórios) da imprensa! Ora são estes prós e contras que vamos debater no programa de hoje, passando ainda uma rápido olhar na vida de Paris Hilton, Pamela Anderson, Anna Nicole Smith entre outros nomes sonantes neste campo! A convidada é a maior tia de Portugal, conhecida principalmente pelo seu relacionamento com Santana Lopes. Cinha Jardim! Quem mais para nos falar acerca do melhor e do pior deste mundo fantástico (ou então não) da fama?
Já sabem, hoje, às 4h, Frequência Jovem na Rádio Mangualde.

terça-feira, 15 de maio de 2007

Fátima, uma fonte de esperança e fé

Nas primeiras décadas do século XX Portugal vivia um clima de grande instabilidade política, social e económica, gerada, entre outros motivos, pela queda da monarquia e consequente implantação da república e posteriormente pela participação na 1ª guerra mundial. Os antagonismos sociais eram acentuados e a fome era uma ameaça real às classes mais carenciadas. Todavia, o povo matava a fome de pão e de justiça saciando-se com o alimento divino: A palavra de Deus. O fervor religioso vivido era uma fonte de esperança para superar os problemas vividos em Portugal e no resto da Europa que era consumida pela 1ª guerra mundial. Mesmo assim, em Portugal não era fácil praticar a religião de forma pacífica uma vez que o Governo havia dado início ao processo de separação entre o Estado e a Igreja. Aquando das aparições, decorria em Portugal uma campanha anticlerical promovida pelo Primeiro-ministro da época. Neste clima, um milagre traduzia-se quase num desejo inconcretizável e ouvir dizer da boca de três criancinhas que tinham visto uma Senhora, o Anjo de Portugal, era motivo de repreensão e de chacota imediata não só pela família e amigos mas por toda a sociedade em geral. Porém, o dia 13 de Maio haveria de marcar para sempre a História de Portugal e da Igreja, quando três criancinhas que apascentavam o seu rebanho na Cova da Iria, em Fátima, Leiria, viram um anjo que lhes pediu que se deslocassem ali durante os próximos meses e que rezassem o terço todos os dias pela conversão dos povos pecadores. A 13 de Outubro, já muito tinham sofrido as crianças Lúcia de Jesus, Francisco Marto e Jacinta Marto ao verem que os seus relatos não tinham credibilidade perante as pessoas e terem sido acusados de engendrarem tudo isto. Mesmo assim, a curiosidade dos populares falou mais alto e aquando da derradeira aparição de N. Sra. aos pastorinhos encontravam-se cerca de 70 000 pessoas à espera de verem a Virgem, mas apesar de isso ter sido possível apenas aos pastorinhos, os restantes puderam presenciar o milagre do sol. A Senhora revelou ainda três segredos que viriam a ser revelados anos mais tarde.
Hoje, 90 anos depois da primeira aparição, passados vários episódios da história de Portugal e da Igreja, ninguém fica indiferente ao nome FÁTIMA e este adquire os mais variados significados para as pessoas que o ouvem. Para os emigrantes Fátima simboliza o seu país, as suas raízes, muitas vezes a fonte da sua força para suportar a saudade dos seus ente – queridos. Para os Portugueses descrentes significa, pelo menos, um ícone importante na história de Portugal e na sua importância internacional que o santuário dá ao nosso país. Infelizmente, para muitos, Fátima traduz-se em fonte de lucro e rendimento, sem olhar a meios para transformar o recinto do santuário num posto de turismo e rendimento. Mesmo assim, para os cristãos católicos marianos, especialmente os portugueses, Fátima adquire um valor espiritual muito superior aos significados atrás referidos, pois desperta em cada um a sensação de paz de espírito total e a plena sintonia com Deus, algo conseguido apenas com muita fé. Fé essa que ultrapassa todas as controvérsias envolta da sucessão dos acontecimentos em 1917, pois para quem, tal como eu, sente a pureza da Virgem quando está prostrado em frente da imagem, a presença de Deus que se faz notar no coração de cada um comprova que, independentemente da veracidade total dos factos até hoje relatados das aparições, houve realmente algo divino que se mantém perceptível a quem o quiser sentir. Nem sempre é fácil explicar a fé que move anualmente milhões de peregrinos a Fátima (muitos deles a pé) aos mais cépticos, pois Fátima revela-se em mim, acima de tudo, como fonte de esperança e fé, mas uma fé que não se explica, apenas se sente de uma forma maravilhosa.

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Homem-aranha 3, a surpresa na desilusão


Escrever sobre o homem-aranha é sem dúvida um trabalho facilitado, já que todos conhecem o super-herói da Marvel, ficando assim dispensadas quaisquer tipos de apresentações. Saltamos assim para o mais importante, assunto desta pseudo crítica (termo para evitar “confusões”): o terceiro capítulo de uma das franchises mais lucrativas da história do cinema. Os anteriores episódios foram um sucesso de crítica e bilheteira o que encerrou neste terceiro, mas não último capítulo da saga (a prever pelas últimas declarações), grandes expectativas. Defraudadas? Não!
Comecemos pelo óbvio, aquilo que se adivinha não só pelo trailer mas pelo orçamento astronómico do filme (o mais caro filme americano de sempre): os efeitos especiais! E, no que se refere a este ponto, nada a acrescentar. É unanimemente concordado que os efeitos especiais são do momento, do melhor deste momento! Ultrapassado este previsível ponto inicial, resta-nos a parte que gera mais discordâncias, o que torna obrigatório referir Sam Raimi. De facto este realizador soube nas duas anteriores incursões adequar um bom ritmo cinematográfico, aproveitando as fragilidades do herói, juntando-lhe a já supra citada consciência gráfica. Ora e neste filme, na minha (dissemelhante) opinião, todas estas qualidades cinematográficas são novamente conseguidas. É certo que há as forçadas coincidências para a suposta coerência da narrativa, alguns estereótipos nas personagens, diria mesmo alguns diálogos clichés, mas o que é inegável é o talento de Sam em conseguir dar alguma coerência a uma história que inevitavelmente (relembre-se o orçamento) tem de ser hiper. Agora não temos nem um, nem dois, nem três, mas quatro inimigos: Sandman, o monstro da areia, Venom, um aracnóide repugnante (a trazer alguns sustos à saga), Harry Osborn, a violenta vingança interpretada por James Franco, e o próprio Peter Parker. “Hummmmm…Peter parker?!” Percebo a confusão… agora um dos vilões do homem-aranha é mesmo o próprio homem aranha, especificamente falando o lado negro do homem-aranha. A este se deve uma confusa identidade, uma crise na relação amorosa com Mary Jane (numa altura em que o noivado parecia fazer sentido) e mesmo um excesso de confiança, agressividade, arrogância e sex appeal. Afinal é isto que faz o sucesso do homem-aranha: a idealização de um super-herói, que com todas as suas sobrenaturalidades, é frágil, complexo, melancólico, uma verdadeira pessoa vulgar. E é isto que eu louvo nesta saga…
Homem – Aranha encerra assim uma excelente trilogia de super-herói, um excelente exercício de entretenimento e acção, longe da superficialidade de inúmeros filmes que passam nesta arte milionária. Afinal, foi uma surpresa num filme rotulado de desilusão.
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quinta-feira, 3 de maio de 2007

Agora é de vez...sexto programa!

Neste 6º programa, ao fim de debatermos os mais variados temas, ao fim de falarmos com os mais ilustres convidados e ao fim de termos causado o caos em Mangualde, decidimos finalmente mostrar aquilo que valemos sozinhos em estúdio!!!
Quando tentámos fazer isso no dia 22 de Março, acabámos por provocar a confusão na cidade (recorde-se o aviso postado no dia 22 de Março). Todavia, hoje decidimos que era desta que nos íamos safar sem nenhum convidado e não iriam ser problemas técnicos que nos iam impedir de fazer isso!!!
Vai ser a hora mais musical de sempre no Frequência Jovem! Muita música. O dobro das músicas. Dos eternos clássicos aos mais recentes êxitos. Das mais interessantes curiosidades acerca de cada estilo musical às mais recentes novidades do teu artista favorito!!! Temos ainda a habitual Magazine e o Espaço Esfa. Tudo isto no mesmo programa, inteiramente dedicado à música, que não te vais arrepender de ouvir!