O seu nome está escrito nas estrelas e, acrescento eu, deveria estar escrito em todos nós! Mariza não é só uma grande cantora de fado, mas um ícone de Portugal como não se via há muito tempo, pessoa que ficará nos livros que retratam o tempo a tempo deste pequeno país. Dever-se-á falar dela sempre, pela voz, pela emoção, pela coragem, pela renovação, pela imagem, por levar mais além o nome de Portugal com humildade e carinho, mas hoje em especial é obrigatório a referência. No Pavilhão Atântico, à noite, dará com certeza, ao lado de Rui Veloso, Tito Paris, Filipe Mukenga, Ivan Lins e Carlos do Carmo, um concerto estarrecedor, que nos faz parecer pequenos e grandes ao mesmo tempo, como pessoas e pessoas portuguesas. E depois, é também hoje que se saberá se Mariza conseguirá esse invejável prémio da música: o grammy. O que quer que aconteça não lhe retira nem lhe acrescenta valor, a nomeação é apenas o óbvio reconhecimento de que o mundo se lhe está render. Em 2007 actuou, por exemplo, na Ópera de Sydney, em Sydney, na Austrália, no Carnegie Hall, em Nova Iorque, em Los Angeles, no Disney Concert Hall, e, em todos, Mariza encontra plateias cheias de energia e em delírio com a sua divinal voz. Nasceu em Moçambique, cresceu na Moraria e a sua infãncia, di-lo, foi passada com algumas dificuldades. Do primeiro álbum Fado em Mim saiu, por exemplo, Oh Gente da Minha Terra que impressionou milhares (em 2001). Em Outubro deste ano, 23 milhões de espectadores tiveram o privilégio de ver no pequeno ecrã essa obra-prima em Late Show With David Letterman, na CBS, nos EUA. Pela juventude a conquista é obviamente mais dificultada, faz-se de forma mais lenta, pelos preconceitos, pelo género pouco admirado no meio, mas ela é diferente: Mariza is the woman who has made Portuguese fado cool again! quinta-feira, 8 de novembro de 2007
"Her name is written in the stars" - The Australian
O seu nome está escrito nas estrelas e, acrescento eu, deveria estar escrito em todos nós! Mariza não é só uma grande cantora de fado, mas um ícone de Portugal como não se via há muito tempo, pessoa que ficará nos livros que retratam o tempo a tempo deste pequeno país. Dever-se-á falar dela sempre, pela voz, pela emoção, pela coragem, pela renovação, pela imagem, por levar mais além o nome de Portugal com humildade e carinho, mas hoje em especial é obrigatório a referência. No Pavilhão Atântico, à noite, dará com certeza, ao lado de Rui Veloso, Tito Paris, Filipe Mukenga, Ivan Lins e Carlos do Carmo, um concerto estarrecedor, que nos faz parecer pequenos e grandes ao mesmo tempo, como pessoas e pessoas portuguesas. E depois, é também hoje que se saberá se Mariza conseguirá esse invejável prémio da música: o grammy. O que quer que aconteça não lhe retira nem lhe acrescenta valor, a nomeação é apenas o óbvio reconhecimento de que o mundo se lhe está render. Em 2007 actuou, por exemplo, na Ópera de Sydney, em Sydney, na Austrália, no Carnegie Hall, em Nova Iorque, em Los Angeles, no Disney Concert Hall, e, em todos, Mariza encontra plateias cheias de energia e em delírio com a sua divinal voz. Nasceu em Moçambique, cresceu na Moraria e a sua infãncia, di-lo, foi passada com algumas dificuldades. Do primeiro álbum Fado em Mim saiu, por exemplo, Oh Gente da Minha Terra que impressionou milhares (em 2001). Em Outubro deste ano, 23 milhões de espectadores tiveram o privilégio de ver no pequeno ecrã essa obra-prima em Late Show With David Letterman, na CBS, nos EUA. Pela juventude a conquista é obviamente mais dificultada, faz-se de forma mais lenta, pelos preconceitos, pelo género pouco admirado no meio, mas ela é diferente: Mariza is the woman who has made Portuguese fado cool again! 1 comentários Sintonizado em... Música
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Cinema: a estrear!
Esta semana nos cinemas chega-nos, ainda de 2005, o argentino Tempo de Valentes de Damián Szifron que junta peculiarmente um psicólogo condenado a serviço comunitário e um (infeliz) polícia nas investigações de um misterioso crime – uma comédia envolta em acção. Também de 2005, o aclamadíssimo A Morte do Sr. Lazarescu, um drama romeno muito crítico em relação ao sistema de saúde do país e que retrata a história real de um homem a deambular de hospital em hospital. Premiado em Cannes, é sem dúvida a estreia da semana a destacar! Do ano passado, chega-nos agora a comédia romântica Encontros às cegas com Chris Pine, Eddie Kaye Thomas e Jane Seymour no elenco, e também Odette Toulemonde – Lições de Felicidade, resultado de uma parceria França/Bélgica que retrata a peculiar vida de Odette e a sua obsessão pelo escritor Balthazar Balsan. Fresquinhos, digamos assim, são Guerra de Philip G. Atwell com Jet Li no elenco, numa enésima variação sobre a vingança e 30 dias de escuridão, terror obrigatório para qualquer fã do género, ambientado no Alaska!Título original: Moartea domnului Lazarescu
Realização: Cristi Puiu
Intérpretes: Ion Fiscuteanu, Luminta Gheorghiu, Gabriel Spahiu, Doru Ana, Dana Dogaru, Lam SuetRoménia
Ano: 2005
Estreia (Portugal): 8 de Novembro de 2007
Sinopse: Em casa sozinho uma noite, o Sr.Lazarescu sente-se mal. Uma ambulância finalmente chega e leva-o para uma comédia trágico cómica. Vários diagnósticos contraditórios são dados e os tratamentos incessantemente adiados. O médico mantém-se calmo e obstinado, enquanto o Sr.Lazarescu desce cada vez mais para a noite de Bucareste.
Fonte: http://www.cinema2000.pt/
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segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Radiohead - In Rainbows
É incomunicável o que sentimos ao ouvir Radiohead, é-o também quando, depois de, por exemplo, Nude ou House of Cards nós pensamos: “caraças, então o Thom Yorke e companhia dá-me isto e, vá lá, nem um tostãozinho de simpatia?!” Ora, por paradoxal que possa parecer, é quando nada nos pedem que mais vontade nós temos de dar. Saberão já vocês que In Rainbows, o sétimo álbum de originais do grupo inglês, saiu direitinho para esse inesgotável mundo que é a Internet e nós, de forma aprovada pela lei, podemo-lo sacar (esta palavra soa tão mal neste contexto) de forma gratuita! O atrevimento é louvável, e será seguido por muitos (nalguns compensará, noutros revelar-se-á infrutífero). Mas sejamos sinceros: chega de preços elevados que só pagam a publicidade e enchem os bolsos daqueles que pouco ou nada contribuíram para a música. E o que merece recompensa são esses sentimentos incomunicáveis que nos assolam ao ouvir (e não me canso de o dizer) Nude. Mas todo o álbum é alegria, mas tristeza, reflexão e paz, calmante com adrenalina saudável. E, no fundo, só quem o ouve poderá saber o que é In Rainbows e o que são os Radiohead. Ainda assim, insuperável Ok Computer...3 comentários Sintonizado em... Música
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Diz que os Homens também já têm um dia...
Na verdade, foi há pouco tempo que soube que o dia três de Novembro era dedicado ao Homem e muito provavelmente muita gente não sabia até este momento.
A minha busca exaustiva à procura de mais informação sobre o dia internacional do homem resultou em quase nada, apenas fiquei a saber que não há qualquer motivo aparente para que esta data seja comemorada neste dia, e que apesar de esta ser a data oficial Há quem aponte 15 de Julho ou 1 de Novembro.
Uma coisa é certa: se nada de anormal acontecer até para o ano, o Frequência Jovem cá estará no dia 3 de Novembro de 2008 para prestar ao Homem uma devida homenagem!
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domingo, 4 de novembro de 2007
Dia Do Homem
Pedimos desculpa pelo facto de as actualizações no blog serem escassas nos últimos dias, mas a verdade é que o tempo disponível não abunda. É também verdade que andamos a preparar o regresso do Frequência Jovem à rádio! Está quase a chegar a 3ª edição, sempre mais jovem!
Para hoje, fica uma novidade: Ontem comemorou-se o Dia Internacional do Homem! Querem saber mais? Esperem por 2ª feira! Até lá!
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quinta-feira, 1 de novembro de 2007
Cinema: a estrear!
Não sejamos hipócritas e admitamos que há curiosidade em ver Corrupção. Lembro-me que, num (antigo) post em que falei do filme, apostava no sucesso de bilheteira, o que não corresponderia (obviamente) em sucesso no meio crítico cinéfilo. Até agora ainda ninguém se pronunciou nos principais sites de crítica, e, portanto, o filme ainda é uma incógnita. Ajudará à polémica do tema, o realizador João Botelho que não será creditado, devido ao corte de 17 minutos e às alterações na banda-sonora. Se o filme for mau, dir-se-á com certeza que é por culpa desses 17 minutos, se o filme for muito mau ironicamente se dirá que nem com mais 17 minutos o filme seria apresentável….e se o filme for bom?! Há no entanto outras estreias a merecerem destaque: por um lado Elizabeth- a idade do ouro que só não incute mais curiosidade devido às péssimas críticas que tem recebido por onde passa. Vale lembrar que o filme é a continuação do premiado Elizabeth de 1998 trazendo novamente Cate Blanchett no papel de Isabel I de Inglaterra e o realizador Shekhar Kapur. Por outro lado é o regresso do irreverente e incomodativo Michael Moore que, depois de alfinetar George W. Bush em Fahrenheit 9/11, mostra o sofrível sistema de saúde americano num aclamado documentário, Sicko. As restantes quatro estreias acabam por ser ofuscadas por estes três filmes, ainda assim a ressalvar a estreia de A Invasão, a ficção científica que junta Nicole Kidman e Daniel Craig; Domino, de Tony Scott e com Keira Knightley no elenco (muito falada este ano pelo papel em Atonement); o francês Poderá ser amor? de Pierre Jolivet e, por último, o documentário biográfico de Zidane: Zidane – um retrato do século XXI. O destaque, e porque (sim!) tenho curiosidade em vê-lo e o realizador é de qualidade (a avaliar pelas anteriores incursões) vai para Corrupção…Título original: Corrupção
Elenco: Nicolau Breyner, Margarida Vila-Nova, António Pedro Cerdeira, Alexandra Lencastre, João Cabral, João Catarré, João Lagarto, Jorge Schnitzer, Miguel Guilherme, Paula Guedes, Paula Lobo Antunes, Rita Blanco, Rui Morrison, Ruy de Carvalho, Suzana Borges, Virgílio Castelo
Portugal, 2007
Estreia: 1 de Novembro de 2007
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quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Trick or Treat????
Que é como quem diz "doçura ou travessura?"
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terça-feira, 30 de outubro de 2007
Saudade do passado...
"Quando o presente é melancólico e o futuro é incerto, o passado afigura-se sempre como o tempo em que fomos felizes..."
Bem verdade, não?
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segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Duran Duran - Falling Down
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domingo, 28 de outubro de 2007
A minha vénia à UEFA...
Cambada de "certinhos" e "tótós" com a mania de que são bem-educados, dá-lhes para colocarem a bola fora quando o jogador adversário está no chão, quiça a sangrar ou a morrer, não interessa, caraças, é o ADVERSÁRIO! Viva a UEFA que decidiu pôr termo ao fair-play, e viva os seus seguidores (o FC Porto já se diz adepto!). Até porque quando um jogador está no chão, como qualquer pessoa com dois neurónios dirá, deve-se continuar o jogo e, se possível, tentar acertar no dito jogador para verdadeiramente o pôr K.O.! Isto é futebol, pá, isto não é para meninas...Por favor, isto que não se repita...
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sábado, 27 de outubro de 2007
Um cheirinho...
Enquanto não faço o comentário final ao novo álbum dos Radiohead, In Rainbows, fica já no player do lado direito um cheirinho: Nude, simples, mas arrebatadora!1 comentários Sintonizado em... Música
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quinta-feira, 25 de outubro de 2007
Cinema: a estrear!
No meio de tantas estreias, ficará para quem pode e quem tem, várias idas ao cinema este fim-de-semana. Por um lado os fãs de Resident Evil poderão ver o terceiro capítulo da saga, que, aos outros, só Milla Jovovich poderá apelar a alguma curiosidade. Por outro lado estreia mais uma das (idiotas?) comédias vindas de Hollywood, Bratz, o filme… pelo menos tudo aponta para esse caminho, com críticas americanas do estilo “é por estes filmes que os terroristas nos odeiam!”. Pelo campo dos dramas há Ao anoitecer de Lajos Koltai com Claire Danes, Toni Collette e Vanessa Redgrave no elenco, O Escafandro e a Borboleta, filme francês bastante aclamado pela crítica que retrata a biografia de Jean-Dominique Bauby, Terra de Cegos, um “drama político sobre terrorismo, a revolução e o poder da memória”, com Ralph Fiennes no elenco e, por último, um filme português: A Outra Margem, que não fosse haver um Rescue Dawn esta semana (o aclamado filme de guerra de Werner Herzog), e seria este o destaque! Realizado por Luís Filipe Rocha, o filme conta a história de “Um travesti que perdeu o gosto pela vida e é confrontado com a alegria de viver de um adolescente com síndrome de Down”! Há ainda a aventura Os Seis Sinais de Luz que, no meio de tantas estreias (interessantes!), me parece muito pouco apelativo. O destaque vai, portanto, para Rescue Dawn- Espírito Indomável.Título original: Rescue Dawn
Realização: Werner Herzog
Elenco: Christian Bale, Jeremy Davies, Steve Zahn, Zach Grenier, Craig Gellis, Marshall Bell, François Chau, Pat Healy
País: Estados Unidos, 2006
Sinopse: "Dieter Dengler é um piloto americano cujo avião é derrubado durante uma missão secreta durante os primeiros anos da Guerra do Vietname. Feito refém, é levado para um campo de prisioneiros de guerra na impenetrável selva do Laos onde sofre às mãos dos seus cruéis captores. A vontade inquebrável de viver por parte de Dengler leva-o a planear meticulosamente um aparatoso plano de fuga. "
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Os directos têm destas coisas...
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quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Coisas da vida...
A declaração da autora de Harry Potter de que Dumbledore é gay está a gerar um burburinho (polémico) por estes blog's fora. E o mais interessante é os comentários e as respostas aos comentários que se fazem, em que se pode facilmente concluir que ou das duas uma: concorda-se com a revelação e chamam-nos de gay's ou então não se concorda e somos acusados de ser homofóbicos! Malditos tabus e preconceitos! Daqueles que ainda consideram a homossexualidade um defeito e daqueles que vêem homofobia em tudo e todos! Então cá vai: acho indiferente o facto de Dumbledore ser gay ou não (vá lá agora chamem-me gay), mas, sinceramente, acho que foi uma escusada declaração da autora (agora acusem-me de homofóbico!). Ora bolas, parece que sou um gay homofóbico...0 comentários Sintonizado em... Humor, Literatura
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terça-feira, 23 de outubro de 2007
Um (outro) azar do caraças...
Convenhamos que pertencer às minorias, no campo cinéfilo, não é difícil. Agora, quando nem sequer as minorias existem, ai aí tenho a certeza que qualquer totó que diverge é corrido à paulada. E eu tive esse maldito azar do caraças de não achar grande piada a este filme. É para muitos, ou melhor dizendo, para quase todos, um filme do caraças (wow consegui dizer três vezes caraças no mesmo texto…ou quatro!) e, para outros tantos, a melhor comédia dos últimos anos! Ora bolas, 91% no rotten tomatoes e nem uma única crítica menos positiva pelos sites portugueses, e ainda sim acho-o simplesmente mediano! O melhor (valha-me isso) é que o digo (leia-se "escrevo") no blog, a dizê-lo literalmente corria o risco era de ficar como o título do filme Knocked Up! A verdade é que ainda não é desta que Judd Apatow me convenceu. Já O virgem aos 40 anos tinha sido considerado (incompreensivelmente, para mim) como um dos 10 filmes a reter em 2005, e agora este Azar do caraças que não sendo um mau filme, não senhor, não é a obra-prima aclamada. Conta-se a simpática história de um rapaz desmazelado, gorduchinho (é sempre complicado definir casos intermédios), que fuma umas passas com os estranhos amigos e tal, enfim, o habitual teen americano, que, numa noite (de sorte?) engata uma rapariga elegante, bonita, inteligente, enfim, o sonho do qualquer habitual teen americano. E daí, nasce um filhote… convenhamos, a história é engraçada e é apetrechada de sólidas personagens secundárias (os amigos disfuncionais de Ben, e o casal adulto Debbie e Pete). Mas esta preocupação cuidada (e rara) com as personagens não chega, principalmente num registo em que se pedem (muitas) gargalhadas. Percebo quando se diz que há aqui uma fugida às piadas fáceis em que o género caiu, uma retratação muito mais fiel da realidade, fora de estereótipos e clichés. Percebo (e louvo também) o facto de por um lado o filme não esquecer o seu lado teen (drogas, sexo, rock 'n’roll, está tudo lá) mas com uma vertente mais subtil e adulta, e não as disparatadas comédias (?!) que saem por vezes no cinema. Mas faltam-lhe gags, é excessivamente longo, e por vezes não se decide enquanto comédia ou drama romântico. No fundo, falha como comédia, e isto deveria ser, antes de mais, um filme para rir às galhofadas. A mim, não me convenceu…3 comentários Sintonizado em... Cinema
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