quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Sempre Freddie, uma lenda...


Tal como já foi dito no post anterior dedicado a Freddie Mercury, se o músico não tivesse sucumbido à SIDA em 1991 comemoraria hoje 61 anos. Mesmo assim, 16 anos mais tarde as homenagens que surgem à volta da sua memória continuam a fazer jus a uma afirmação feita por si “Não vou ser famoso, serei uma lenda!”. Todos conhecem as músicas dos Queen, o fenómeno que a banda gerou na música, mas talvez sejam poucas as pessoas que conhecem a vida pessoal do vocalista. Farrokh Bommi Bulsara (nome de nascença de Freddie Mercury) nasceu na ilha de Zanzibar (Tanzânia) há precisamente 61 anos e os seus pais tinham origem persa. A arte estava-lhe no sangue e na escola inglesa de Mumbai onde foi educado, para além de se ter revelado muito bom desportista, teve aulas de piano. Foi nessa escola que os amigos começaram a tratá-lo por Freddie, nome porque ficou conhecido na sua carreira. Uma revolução na terra Natal do músico, levou a sua família a mudar-se para Inglaterra (Middlesex), onde estudou Design gráfico e artístico. Um homem que sempre seguiu as suas convicções, trabalhava nas férias, para conseguir algum dinheiro. Entre os variados empregos estava o de assistente de Catering no aeroporto de Heathrow. Durante o curso faz alguns amigos com quem volta ao mundo da música, entre os quais Tim Staffell que o convidou para os ensaios da sua banda “Smile” (que mais tarde viria a sofrer algumas alterações e chamar-se-ia Queen). Ao longo da sua carreira foi afirmando ter muitas amantes, embora nada sério (constava-se também que era bissexual). No dia anterior à sua morte, a 24 de Novembro de 1991, Freddie Mercury despediu-se assim do mundo: "Bem, resolvi confirmar ao público as suspeitas que a imprensa vem levantando há algumas semanas: eu sou HIV positivo, e venho lutando contra a doença há alguns anos. Espero que daqui para a frente todos se consciencializem e se unam para enfrentar este terrível mal.” Desde esse dia, os milhares (ou mesmo milhões) de acérrimos fãs de todo o mundo jamais deixaram de prestar-lhe homenagens de todo o tipo, das quais iremos falar durante esta semana, bem como da sua banda “Queen

NOTA: sendo esta uma rubrica que tenciona lembrar personalidades nacionais e internacionais marcantes, não poderíamos deixar de mencionar que hoje são também assinalados os 10 anos da morte de Madre Teresa de Calcutá.


1 comentário:

Cláudia Ribeiro disse...

We Will, we will, rock you! O que eu deliro ao som disto :'D